quarta-feira, 7 de julho de 2010

Copa do Mundo de 2014. Esclareça as principais dúvidas sobre o evento no país

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No dia 30 de outubro, finalmente a notícia se tornou oficial: o Brasil será o país anfitrião da Copa do Mundo de Futebol de 2014.
O comunicado foi feito durante reunião do comitê executivo da Fifa em Zurique, na Suíça, na qual estavam o presidente Lula, o técnico da seleção brasileira, Dunga, e o jogador Romário.
Essa será a segunda Copa realizada nos gramados do país - a primeira, em 1950, a derrota na final para o Uruguai calou o Maracanã e enlutou a nação.
Para os torcedores será uma oportunidade de assistir em casa ao principal torneio da modalidade esportiva mais praticada no mundo.

Por que o Brasil foi o escolhido para sediar Copa de 2014?

A escolha do Brasil se deve a uma mudança no regulamento da Fifa. Em 2000, quando a Alemanha derrotou a África do Sul na votação interna do órgão para escolher o país-sede da Copa de 2006, a Fifa decidiu estabelecer um rodízio entre os continentes que abrigarão o campeonato. Coube à África do Sul, o mais desenvolvido país africano, encarregar-se da Copa de 2010.

Para 2014, sendo a América do Sul a bola da vez, a disputa ficou entre o Brasil e a Colômbia. Em abril de 2007, alegando que não conseguiriam cumprir todas as exigências da Fifa para a realização de uma Copa do Mundo, os colombianos retiraram a candidatura. O Brasil se tornou candidato único.

Mas um dia antes do anúncio do país-sede para 2014 a Fifa também divulgou o fim do rodízio de continentes, para evitar as candidaturas únicas.

Quais são as exigências para abrigar o torneio?

Basicamente, as exigências da Fifa para a Copa rezam que os estádios onde as partidas são disputadas apresentem as mesmas condições de conforto e segurança que as de seus equivalentes nos países desenvolvidos.

Todos os assentos, por exemplo, têm de ser numerados e é preciso haver hospitais e estacionamentos nas imediações.

Além disso, será preciso preparar as cidades que os abrigam para a complexa operação logística que o certame envolve.

Sediar uma Copa significa hospedar 32 equipes e suas comitivas durante um mês e criar estrutura para a realização de 64 partidas, que serão transmitidas globalmente.

Algum estádio está preparado para receber a Copa?

Não, todos precisam de obras para abrigar uma partida do Mundial.

Adaptar os modestos estádios brasileiros às recomendações técnicas da Fifa exigirá reformas colossais, e até a construção de novas instalações.

Nenhum, nem mesmo os mais recentes, cumpre os requisitos básicos, a começar pelo conforto do público.

A Fifa recomenda que todos os espectadores tenham assentos individuais, com encosto de pelo menos 30 centímetros de altura.

Banheiros limpos e em número suficiente, corredores de entrada e saída largos e tribunas de imprensa bem equipadas são raridades nos campos brasileiros.

Quantos estádios serão escolhidos para o Mundial?

A Fifa deve anunciar a lista de estádios que vão abrigar partidas do Mundial somente no fim do ano que vem. Serão selecionados no mínimo oito e no máximo doze.

Dos estádios atuais quais mudanças seriam necessárias para abrigar partidas do Mundial?



Quantos turistas o país pode receber?


A expectativa é que em um mês 500 000 turistas – 10% do total que o país recebe em um ano inteiro – acorram às cidades onde acontecerão os jogos.

Em 1994, os EUA receberam 400.000 turistas; a França, em 1998, 500.000; o Japão, em 2002, 400.000; e a Alemanha, por conta da sua localização geográfica, bem no centro da Europa, recebeu 2 milhões de turistas.

A previsão para 2010 é que 250.000 turistas vão à África do Sul.

O campeonato atrairá ainda 15.000 jornalistas, 15.000 voluntários para tarefas diversas e 300 funcionários e convidados da Fifa, cuja lista de exigências ao país organizador inclui jatinhos, limusines e 400 automóveis.

Quanto o país vai gastar para receber o evento?

Calcula-se que o Mundial de Futebol do Brasil consumirá 5 bilhões de dólares, embora as estimativas finais, quando anunciadas, devam prever cifras bem maiores.

Foi o que aconteceu nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. Inicialmente orçados em 500 milhões de reais, estima-se que tenham consumido 4 bilhões de reais.

Poucos países podem fazer como os Estados Unidos, que organizaram uma Copa do Mundo (em 1994) e duas Olimpíadas (em 1984 e 1996) sem um centavo de ajuda do erário.

Isso porque toda a infra-estrutura estava pronta. Na Alemanha, o setor público (local ou federal) financiou um terço dos 2 bilhões de dólares gastos nas obras nos estádios.

De onde sairá o dinheiro para bancar as despesas?

No caso da Copa no Brasil, parte da verba virá dos cofres da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), beneficiária dos polpudos patrocínios da seleção brasileira.

Mas os gastos com infra-estrutura nas cidades onde acontecerão os jogos – construção de estádios, obras em estradas, aeroportos e sistemas de telecomunicações – correrão por conta do estado, ou seja, serão bancados com dinheiro público.

Quais as justificativas para o governo investir na Copa?

Os argumentos a favor dos gastos públicos com a Copa do Mundo no Brasil dizem que o certame trará empregos, aumentará o fluxo turístico, promoverá a revitalização de áreas urbanas e garantirá investimentos de peso no país.

Quais as justificativas para o governo investir na Copa?

Os argumentos a favor dos gastos públicos com a Copa do Mundo no Brasil dizem que o certame trará empregos, aumentará o fluxo turístico, promoverá a revitalização de áreas urbanas e garantirá investimentos de peso no país.

Qual é o retorno para o país depois do torneio?

As estimativas sobre número de turistas, geração de empregos e impacto do evento sobre o PIB em geral são exageradas.

Levantamentos dão conta de que em 1994 os EUA aumentaram em 1,4% o PIB; em 1998, na França, o PIB cresceu 1,3% a mais; em 2002, a Coréia o elevou em 3,1% enquanto o Japão teve decréscimo de 0,3%; e a Alemanha teve 1,7% a mais no PIB em 2006.

Mas antes do Mundial da Alemanha, falou-se na criação de 100.000 empregos.

Um estudo feito depois do evento contabilizou apenas metade desse total.

A Coréia do Sul esperava 500.000 turistas a mais em 2002. Só apareceram 50% deles.

É pagar para ver!

A Copa 2014 Bate às nossas Portas... Antes de Abrir há muito trabalho pela frente..

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Mas já começaremos bem se inventarmos uma "Jabulani" para agradar Patrocinadores...

Fonte: Veja.com

terça-feira, 6 de julho de 2010

VITÓRIA ? Artigo 90-E do PL 5.186/05

O Senado Federal aprovou as mudanças da Lei Pelé, mas o CREF4/SP foi firme com sua Campanha de Repúdio ao texto do Artigo 90-E do PL 5.186/05, que tratava do Monitor de Esporte e obteve êxito.


O Artigo foi rejeitado.

Os conselheiros Flavio Delmanto,Georgios S. Hatzidakis e Vlademir Fernandes foram

insistentes e conseguiram obtero veredicto final no dia 09/06, em reunião conjunta das comissões de Constituição e Justiça (CCJ), Assuntos Econômicos (CAE), Assuntos Sociais (CAS) e de Educação (CE) do Senado Federal. Os senadores de São Paulo Romeu Tuma (PTB-SP), Aloizio Mercadante (PT-SP) e Eduardo Suplicy (PT-SP) votaram a favor da retirada desse item que ia contra o que prevê a Lei nº 9.696/98, que regulamentou a profissão.

O relator da matéria, senador Álvaro Dias (PSDB-PR), acatou a decisão do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), atendendo às expectativas dos profissionais.

A supressão dessa emenda valorizou o diploma do Profissional de Educação Física.

Agora o projeto volta para a Câmara dos Deputados, que deve vetar ou corroborar as mudanças feitas no Senado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já tinha reconhecido, no dia 04/06, na III CNE, em Brasília, o “erro” do próprio governo e defendeu que o Senado alterasse o projeto de lei que tratava do assunto.

Antes dele, o ministro do Esporte, Orlando Silva, tinha afirmado que o governo era contra essa ideia.

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Erro? Esse ano tem eleição... Fique de Olho!!!

Ninguém achou o diploma no lixo...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Brasil sofre pane, leva virada da Holanda e dá adeus á Copa 2010

Brasil 1 X 2 Holanda

AFP
Dunga não se conteve no banco de reservas durante o último jogo do  Brasil na Copa
Dunga não se conteve no banco de reservas durante o último jogo do Brasil na Copa

Duas falhas defensivas e pouca inspiração no ataque determinaram o fim do sonho do Brasil na busca pelo hexacampeonato.

Depois de um bom primeiro tempo, a seleção verde e amarela sofreu uma pane e levou a virada por 2 a 1 da Holanda, em dia inspirado de Sneijder, nesta sexta-feira, pelas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul.

O gol de Robinho logo no início do jogo deu a falsa esperança de um jogo fácil no estádio Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth, mas a Laranja deu a resposta na etapa complementar.

No lance do empate, Sneijder levantou para a área e viu Júlio César sair errado e se chocou com Felipe Melo. A bola tocou na cabeça do volante e foi para as redes. Gol contra do meio-campista.

Pouco depois, a defesa brasileira, que antes da Copa chegou a ser apontada como a melhor do mundo, ficou parada enquanto Sneijder cabeceou sozinho para virar.

Para completar, Felipe Melo ainda perdeu a cabeça, pisou no adversário e foi expulso.

Campeão da Copa das Confederações, Copa América e classificado antecipadamente nas Eliminatórias, Dunga viu sua seleção cair justamente diante da equipe que eliminou nas Copas de 1994 e 1998.

Enquanto o Brasil volta para casa frustrado, a Holanda aguarda nesta sexta-feira a definição do outro semifinalista, que sairá do duelo entre Uruguai e Gana.

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O jogo: Com um futebol digno do duelo entre Brasil e Holanda, a partida desta sexta-feira começou com discussões, velocidade e gol. Logo no primeiro lance, depois de falta de Daniel Alves sobre Robben assinalada pelo árbitro, Robinho se irritou e reclamou com os adversários.

Em meio ao clima tenso, a seleção brasileira tomou a iniciativa e criou uma chance que gerou polêmica. Daniel Alves recebeu pela direita, avançou até a área e tocou para Robinho empurrar para as redes, mas o árbitro assinalou impedimento do ala/meia.

Com um jogo bastante pegado no meio-campo, o time de Dunga não demorou a encontrar mais espaços na defesa adversária.

Assim, abriu o placar, aos nove minutos.

Robinho comemoração Brasil jogo HolandaRobinho comemora o gol após receber passe primoroso de Felipe Melo, aos dez minutos (Foto: Reuters)

De volta à equipe depois de se recuperar de uma pancada no tornozelo esquerdo, Felipe Melo fez o lançamento para Robinho, que, entre dois adversários, emendou na saída do goleiro.

Por incrível que pareça, um dos marcadores do Rei das Pedaladas era o atacante Robben, que reclamou bastante com os companheiros depois do revés.

Assustada com o gol, a Holanda respondeu instintivamente. Kuyt apareceu pela esquerda e arrematou com força, mas Júlio César caiu para mandar a escanteio. As faltas marcadas pelo árbitro japonês Yuichi Nishimura geraram protestos dos brasileiros, que se irritaram em campo e levantaram também manifestações dos torcedores.

Com a Laranja cada vez mais disposta a atacar, Kaká tentou chamar a responsabilidade para armar contragolpes. Porém, foi em outra jogada que o Brasil ameaçou.

Depois de cobrança de escanteio, a bola voltou para Daniel Alves, que dominou na entrada da área pela direita, deu dois dribles desconcertantes em Kuyt e cruzou no meio para Juan chegar batendo, por cima do travessão.

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Enquanto a seleção de Bert Van Marwijk encontrava dificuldades para furar o bloqueio canarinho, as respostas dos pentacampeões chegavam cada vez mais perto da meta. Robinho passou como quis por dois marcadores na esquerda e rolou para Luís Fabiano, que tocou de primeira para Kaká bater colocado, exigindo uma ótima defesa de Stekelenburg, após a brilhante jogada coletiva.

Para encerrar o primeiro tempo, Daniel Alves recebeu na intermediária e rolou uma bola açucarada para Maicon chegar livre pela direita com um forte chute. Stekelenburg espalmou, mas o bandeira apontou para tiro de meta, e o árbitro encerrou a etapa.

Ao contrário do primeiro tempo, a Holanda voltou melhor para a etapa final e conseguiu igualar a contagem em falha de Júlio César. Aos sete, Sneijder carregou a bola pela direita e mandou para a área. O goleiro saiu para tentar cortar e se chocou com Felipe Melo, em quem a bola ainda desviou antes de entrar.

Com o crescimento da Holanda, Dunga decidiu mudar o lado esquerdo, sacando Michel Bastos para a entrada de Gilberto. Pouco depois, os laranjas pediram pênalti em toque de mão de Lúcio na entrada da área, mas o árbitro mandou o jogo seguir. Com Luís Fabiano apagado, Kaká se encarregou de responder ao finalizar perto da trave.
Sneijder comemora classificação - Foto: Reuters
Sneijder comemora classificação

Porém, melhor em campo, a Laranja virou o jogo, aos 22.

Depois de cobrança de escanteio, Kuyt desviou na primeira trave e Sneijder apareceu sozinho no meio da defesa para cabecear para as redes. Para piorar ainda mais a situação, o temor em relação ao temperamento de Felipe Melo se confirmou. Depois de cometer falta em Sneijder, o volante pisou no adversário e foi expulso.

A Holanda, então, apostou na estratégia de tocar a bola e irritar o Brasil. Dunga, por sua vez, tratou de sacar Luís Fabiano, apático durante todo o jogo, para colocar Nilmar. Desesperado, o Brasil arriscou em duas cobranças perigosas de escanteio, mas não furou o bloqueio.

2014 está mais próximo do que parece, obras atrasadas, planejamento inexistente...

Será mais uma vergonha para o Brasil?

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Pesquisa indica que quase metade dos adultos brasileiros tem excesso de peso

O brasileiro ficou mais gordo nos últimos anos.

http://www.webix.com.br/fotos/imagens/doencas/obesidade_infantil.jpeg

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde indicam que 46,6% da população está com excesso de peso e 13,9% são obesos.

Os números de 2009 apresentam crescimento em comparação com os de 2006 quando 42,7% dos adultos estavam acima do peso e 11,4% poderiam ser classificados como obesos.

Os homens são mais gordos, 51% contra 42,3% das mulheres, segundo a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que entrevistou 54 mil adultos.

O sedentarismo e padrões alimentares inadequados são apontados como causa do excesso de peso dos brasileiros.

http://www.luzimarteixeira.com.br/wp-content/uploads/2009/10/obesidade-infantil11.jpg

Apesar disto, a obesidade é vista como uma tendência mundial.

Entre os homens, o ganho de peso é mais comum a partir dos 35 anos e chega a 59,6% de homens de 55 a 64 com sobrepeso.

Na população feminina, o índice mais que dobra na faixa etária dos 45 aos 54 anos (52,9%) em relação a 18-24 anos (24,9%).

Já a prevalência da obesidade entre homens quase triplica do grupo etário de 18 a 24 anos (7,7%) para 55 a 64 anos (19,9%). Quando se levam em consideração só as mulheres, o índice aumenta mais de três vezes na comparação das duas faixas etárias: de 6,2% para 21,3%.
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Doenças

O excesso de peso aliado ao sedentarismo e à má alimentação contribui para o aparecimento de doenças crônicas.

De acordo com o estudo, 24,4% da população brasileira foi diagnosticada com hipertensão arterial e 5,8% afirma sofrer de diabetes.

O consumo excessivo de sal e gordura é apontado como fator de risco para a pressão alta, enquanto a incidência de diabetes pode estar relacionada à ingestão de grande quantidade de açúcar, massas e alimentos calóricos.
http://plus.maths.org/issue22/features/medical/cigarettebeerdhd.jpg
Bebidas e cigarro

A pesquisa também revelou que, de 2006 a 2009, o percentual de fumantes na população caiu de 16,2% para 15,5%, segundo o Ministério da Saúde.

O índice é bem menor que na Argentina e nos Estados Unidos, onde respectivamente 35% e 40% da população são dependentes da nicotina.

Pela primeira vez, a Vigitel aferiu a frequência de fumantes passivos na população.

O levantamento aponta que 13,3% dos brasileiros não-fumantes moram com pelo menos uma pessoa que costuma fumar dentro de casa.

Além disso, 12,8% das pessoas que não fumam convivem com ao menos um colega que fuma no local de trabalho.

Já a proporção de pessoas que declaram consumo abusivo de álcool cresceu de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, em 2009.

O Ministério considera excesso de bebida alcoólica cinco ou mais doses na mesma ocasião em um mês, no caso dos homens, ou quatro ou mais doses, no caso das mulheres.

O levantamento mostra que as situações de descontrole na hora de beber são mais frequentes na população masculina. No ano passado, 28,8% dos homens e 10,4% das mulheres beberam demais.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Treinamento Funcional para perda de peso

Treinamento

Todos os praticantes de musculação, em algum ponto de seu programa de treinamento, desejam diminuir o percentual de gordura corporal ou perder peso.

Isto também pode ser dito para o malhador médio, que apenas deseja "tonificar" algumas áreas, ou para o aluno mais experiente, que está querendo mais definição em algumas áreas para que, assim, complete o físico ideal.

Então, como o treinamento funcional ajuda a diminuir a gordura corporal?

Iremos analisar a perda de peso advinda de um pro­grama de exercícios funcionais em 3 áreas:

1. Primeiro iremos discutir a importância da massa magra para o aumento do seu metabolismo basal.

2. O segundo ponto será relativo à ativação muscular e a percepção corporal.

3. Finalmente, discutiremos do ponto de vista da eficiência muscular o porque exercícios funcionais podem ajudar a acelerar a perda de gordura em qualquer programa de treinamento.

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1. Metabolismo Basal

Existem duas variáveis que determinam quantas calo­rias o seu corpo irá gastar em um dia: massa magra e nível de atividade diário.

Para que você perca peso, a quantidade de calorias consumida deve ser menor que a quantidade de calorias gastas no mesmo período de tempo.

Por exemplo, se uma mulher de 40 anos de ida­de tem um nível de gasto calórico diário por volta de 2.000kcal, deve consumir menos de 2.000kcal por dia para perder peso.

Você pode tentar gastar mais calorias aumentando a quantidade de treinamento, que exige em média de 300 a 700kcal por sessão, significando atingir um míni­mo de 5.000 passos a mais do que a média diária cami­nhando.

Ou você pode implementar uma rotina estru­turada de exercícios funcionais em seu treino com pesos e maximizar os resultados com menos tempo investido.

Ao ativar fibras musculares que antes não eram recru­tadas e executando exercícios que envolvem os grandes grupos musculares, você acelerará o ganho de massa magra e, assim, aumentará o gasto calórico diário.

Outro benefício reside no fato de que a maioria dos exercícios funcionais são realizados com movimentos instáveis que exigem um maior balanço e equilíbrio corporal e a dinâ­mica destes exercícios ocasiona um grande' aumento na freqüência cardíaca, facilitando atingir a zona de treina­mento cardiovascular.

Isto é muito importante; pois você não estará na aca­demia na maior parte do tempo durante a semana e, para maximizar a perda de gordura, precisamos aumentar o metabolismo para que gastemos mais calorias a cada minuto diariamente.

Você não perderá o peso que deseja treinando ape­nas três vezes na semana por 60 minutos. O treinamen­to funcional vai fazer seu corpo trabalhar a seu favor mes­mo quando não está malhando.

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2. Ativação Muscular

Quanto mais músculos são contraídos em um exer­cício, mais calorias são gastas, mais peso você levantará e mais resistência muscular terá. O sistema muscular pode se tornar dormente após anos de inatividade e des­balanceamentos posturais.

Desta forma, quando você está caminhando para a aca­demia, várias vias de transmissão dos impulsos nervosos estão inativas.

Pense um pouco nas aulas de matemáti­ca, quando você estava aprendendo geometria e álge­bra, alguns problemas pareciam fáceis naquela época pelo fato de estar repetindo constantemente a solução dos mesmos.

Pegue as mesmas questões hoje e a maio­ria de nós irá ter um grande branco tentando solucioná­Ias.

O nosso sistema muscular trabalha da mesma forma.

Se você não está praticando os mecanismos posturais apropriados todo o tempo, seus músculos e articulações irão esquecer como devem atuar e compensar os dife­rentes movimentos. E isto causará reduções na força muscular e aumentará o risco de lesões.

O treinamento funcional adota uma abordagem pro­gressiva que primeiramente foca na reeducação neu­ral.

Os movimentos iniciais são utilizados para aprimo­rar a percepção e utilização adequada das musculatu­ras estabilizadoras.

Dar um pequeno passo para trás irá permitir-lhe dar inúmeros passos à frente em seu pro­cesso de treinamento.

Depois que os músculos esta­bilizadores são reativados, se tornam assistentes nos mais básicos movimentos, como subir escadas, supi­nos e agachamentos.

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3. Eficiência no Gasto de Calorias

Comparemos um supino sentado na máquina com um supino com halteres na swiss ball. O primeiro exer­cício propicia uma contração isolada dos peitorais, del­tóide anterior e tríceps braquial.

O assento e encosto da máquina suportam a coluna vertebral e permitem que os músculos estabilizadores da coluna quase que relaxem em sua totalidade. O supino na máquina é um exer­cício eficiente caso seu objetivo seja apenas e unica­mente o de desenvolver força e potência muscular nos peitoraIs.

Durante o supino com halteres na swiss ball, os mús­culos peitorais, o trÍceps e o deltóide anterior também deverão se contrair para que o movimento de supino seja executado corretamente.

Mas, adicionalmente, os estabilizadores das articulações dos ombros deverão ser recrutados para que os halteres sejam equilibrados e estabilizados.

Ao mesmo tempo, a posição de ponte, na qual a cabe­ça e os ombros estão apoiados na swiss ball, irá recrutar os glúteos, posteriores das coxas e todos os músculos estabilizadores da coluna vertebral para que a posição e equilíbrio sejam mantidos estáveis e o movimento ocor­ra com segurança.

EM ALGUNS CASOS, AO UTILIZARMOS UMA VERSÃO FUNCIONAL DE UM EXERCÍCIO TRADICIONAL, TEMOS UM AUMENTO NO GASTO CALÓRICO DE APROXIMADAMENTE 40% SOBRE O GASTO PROPICIADO PELO EXERCÍCIO TRADICIONAL PARA OS MESMOS GRUPOS MUSCULARES.

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Muitos exercícios funcionais exigem movimentos que envolvem as maiores musculaturas corporais em grandes amplitudes de movimentação.

Ao ativar estes grupos musculares, como, por exemplo, as musculatu­ras das pernas em exercícios para o tronco, você estará obrigando seu organismo a gastar mais energia para exe­cutar o movimento.

Ao invés de um desenvolvimento máquina sentado, execute um desenvolvimento com halteres após a exe­cução de um "Lunge" e veja como seu corpo começará a "dissolver" aquelas gordurinhas indesejadas.

domingo, 27 de junho de 2010

A importância de fortalecer a musculatura para correr melhor

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Quem freqüenta academias já deve ter visto pessoas realizando exercícios um pouco diferentes dos convencionais.

Eles são feitos com :

  • bola,
  • prancha
  • cilindro,
  • elásticos
  • e outros aparelhos muito diferentes das confortáveis máquinas em que é possível escolher a carga e ajustar ao tamanho dos braços e pernas.
    https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3PR_lv9nvQKQCX709JUXHYJM-c8JzGQJH8EYyBRMqHWFkaeA-get5uK3AyEu3kuJcU7YHWUOIKVvfT5gZD98a10ky_2UVe7S_Y33Djb_LIASLjK0x9Q8F7wXyIJm2rWUSZNHnmtqppCTn/s400/funcionalav4.bmp

São os chamados exercícios funcionais.

A base dessa técnica está em trabalhar a musculatura buscando a funcionalidade do exercício, ou seja, aproximar os movimentos à atividade que o atleta necessita, seja ela a corrida ou qualquer outro esporte.

“Esses exercícios são direcionados ao fortalecimento da musculatura necessária às atividades cotidianas e aos gestos técnicos das diferentes modalidades esportivas. Já o treinamento convencional, que utiliza aparelhos, trabalha a musculatura de forma mais isolada, o que pode gerar desequilíbrios musculares se esse trabalho não for bem feito”, explica Samuel Ferraz Junior, professor da Fórmula Academia, de São Paulo.

Os três tipos de movimentos básicos trabalhados com a técnica são:

  • o rotacional,
  • o lateral
  • e de frente para traz, isso faz com que os exercícios utilizem toda a capacidade do músculo.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEixo-paNtqjOFEZxsp-L1SyyvubZZgdHOg5gSg3TNbwNyVOnyYu5dtfEOBr5k33AsZ4YCJnFnmYTM7Og88rWKXo72f9VNaUzdtDfWt5UsErf02x7CS9KLuA15T3QfUGVUgOeDK2utrx1DOL/s400/funcionalav5.bmp

Outra vantagem é que, na maioria deles, são trabalhados ao mesmo tempo a força e o equilíbrio, o que seria impossível de fazer nos exercícios que são realizados com o atleta sentado em um aparelho.

O treinador explica que o exercício funcional pode ser um ótimo aliado para a corrida, pois trabalha as diversas funções dos músculos.

“Esse treinamento considera que cada movimento realizado pelo corpo humano envolve vários músculos, cada qual com diferentes funções. Durante a corrida, alguns são responsáveis por gerar o movimento, enquanto outros atuam ao mesmo tempo para estabilizar articulações e potencializar movimentos”, diz Samuel Ferraz Junior.

Além de te ajudar a chegar mais longe, o fortalecimento muscular feito por meio do treinamento funcional é capaz de simular melhor as situações vividas pelo atleta e prevenir lesões.

O corredor Daniel Trujillo, 38, advogado, conta que sentiu uma diferença grande no seu desempenho em provas depois que passou a realizar esse tipo de atividade.

“Senti um aumento no meu rendimento nas corridas depois que comecei a fazer exercícios funcionais”, conta.

“Passei a sentir menos cansaço e consigo administrar melhor a minha energia durante toda a prova”, completa.

O atleta afirma ainda que os exercícios funcionais foram importantes para evitar o que poderia se tornar uma lesão.

“Sentia uma dor no joelho porque eu corria sem orientação, mas depois que comecei o trabalho de fortalecimento e equilíbrio com os funcionais esse problema não voltou”, afirmou.

Por Odara Gallo

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Valorização... Profissional..

http://www.wallstreetfitness.com.br/imgs/Fotos/conselhos_regionais_federal_educacao_fisica_cref.jpg

A estreia da seleção na Copa finalmente aconteceu, e a “pátria de chuteiras” viveu a ansiedade de uma partida que, para a grande maioria, terminou aquém das expectativas.

Os críticos do esporte apontam motivos diversos.

Seja como for, a equipe venceu seu primeiro desafio.

Continuemos torcendo!

Por falar em comemoração, neste último dia 9 o profissional de Educação Física teve uma vitória particular.

http://www.nre.seed.pr.gov.br/cascavel/arquivos/Image/simboloeducacaofisica.jpg

Foram aprovadas na Comissão de Constituição e Justiça do Senado as alterações na Lei Pelé que, entre outros pontos, permitia a ex-atletas com pelo menos três anos consecutivos ou cinco alternados de profissão se tornarem monitores na respectiva modalidade desportiva.

O texto desvalorizava a profissão de Educador Físico, cuja regulamentação foi conquistada com tanto esforço.

O relator, senador Álvaro Dias, retirou o trecho e a lei segue agora para a Câmara dos Deputados.

É pouco mais são os primeiros passos, vamos ficar de olho!