quinta-feira, 18 de março de 2010

Salto em distância

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O Salto em Distância há muito tempo faz parte das competições esportivas. Figurou nos Jogos de 708 AC como parte do Pentatlo: o saltador pegava na sua decolagem um pequeno lastro em casa passagem, no qual mostrava grande impulso.

O evento moderno foi regularizado na Inglaterra e nos Estados Unidos em 1860: o levantar-vôo tinha que ser feito 20cm afastado da tábua dentro da marca de saibro.
Até a década de 1920, a técnica foi considerada rudimentária, com as pernas dobradas embaixo do corpo imediatamente após o levantar-vôo, então estende-se e subseqüentemente põe as pernas abaixo do corpo novamente para a aterrissagem. Entre 1922 e 1927, William De Hart Hubbard (EUA), o primeiro campeão Olímpico negro e retentor do recorde mundial, introduziu adiante, com Robert Legendre (EUA), um movimento das pernas no ar.
Variações disso e a mais simples técnica de “flutuar” são usadas até hoje. A primeira competição de salto em distância feminina aconteceu nos Estados Unidos em 1895.
O primeiro recorde mundial feminino foi homologado pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF) em 1928, enquanto o evento estreou nos Jogos Olímpicos somente em 1948, na Inglaterra.

http://www.tvbras.com/videos/2008/pequim/SALTO%20EM%20DISTANCIA-WEB.jpg
Regra:
A prova tem uma forma de disputa muito simples.
Cada atleta tem direito a seis tentativas para atingir sua melhor marca.
Uma tentativa é considerada válida quando o competidor inicia o movimento do salto dando o último passo antes da linha que limita a área de corrida.
Caso o atleta dê seu último toque no solo antes do salto após a linha-limite, esse salto será invalidado.
Outras causas de invalidação de um salto: caso o atleta toque, com qualquer parte do corpo, a área posterior à linha de medição localizada na barra de impulsão; toque o lado da tábua de impulsão; toque o solo fora da caixa de areia no momento em que cair; caminhe pela caixa de areia após o salto; dê um salto mortal.
TÉCNICA
Corrida
A atleta acelera
pela pista, alcançando a máxima velocidade antes da região de salto.
Salto
A atleta se impulsiona com um pé, com os braços para cima para alcançar altura.
Vôo
Corpo estendido
para manter equilíbrio e
preparar
a aterrissagem.
Aterrissagem
Pernas e braços
à frente para
alcançar a máxima distância possível.
Salto inválido. Quando o pé deixa uma marca na região à frente da permitida na pista de salto.
Medição da parte frontal da pista até o final, na areia.
Pista 40m 1m 9m mínimo

SALTO EM ALTURA

http://farm3.static.flickr.com/2143/2143537747_d0cdb60296.jpg?v=0
Definição: Sequência de movimentos cujo objetivo é a trasposição de um obstáculo vertical.

Objetivos: levar as várias partes do corpo as posiçòes mais favoráveis relativamente uma as outras a fim de se evitar derrubar o sarrafo. Utilizar da aceleração ou retardamento da rotação para transpor o sarrafo; criar condições favoráveis a segurança da queda.

Medidas Determinadas:
H1=Altura do Centro de Gravidade (condicionado pelo porte físico - medida do CG ao solo)
H2=Altura máxima alcançada pelo CG (ponto máximo do CG - Nível de impulsão alcançado)
H3=Altura entre o H2 e o Sarrafo (Quanto o atleta aproxima o CG do Sarrafo - Quanto maior o H3, maior a eficiência do salto.)

Fatores determinantes:
Velocidade de Saída
Ângulo de Saída
Altura de Saída

http://www.ced.ufsc.br/nepecs/imagens/saltoAltura.jpg

Considerações Básicas:
Todo movimento realizado pelo indivíduo durante o vôo provoca um movimento reativo em sentido contrário.
Os movimentos rotativos devem ser predeterminados na chamada.
Os movimentos rotativos podem ser modificados por meios de movimentos correspondentes de segmentos corporais durante o vôo.
http://www.cbat.org.br/imagens_news/2446.jpg
Regras:
O local em que se realiza essa prova é uma pista em forma de leque, também construída de tartan, em cuja parte mais estreita se situa o obstáculo a transpor. Esse obstáculo consta de dois suportes verticais, que sustentam uma barra horizontal de secção triangular, com 3mm de lado, 3,64 a 4m de comprimento e 2kg de peso máximo. Atrás do obstáculo, coloca-se um acolchoado de 4 por 5m, que modernamente substitui os antigos tanques de areia, para amortecer a queda do saltador. A pista de impulso deve Ter um comprimento mínimo de 18m. O acolchoado, com 1m de altura, chama-se pot-à-pit e foi oficialmente aprovado em 1968.

Antes de iniciar uma prova de salto em altura, são anunciadas pelo juiz as sucessivas marcas em que a barra horizontal - ou sarrafo - será colocada. Os saltadores têm direito a três tentativas para ultrapassá-la. Esbarrá-la de leve, com qualquer parte do corpo, sem a derrubar, não é considerado como falta. Essa só ocorre quando o sarrafo cai dos suportes, sendo que após a terceira tentativa sem êxito, o saltador é desclassificado. A ele é dado também, o direito de recusar-se a saltar qualquer marca que considere facilmente ultrapassável, guardando-se para alturas maiores.

http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/Image/conteudos/imagens/educacao_fisica/salto_altura.jpg
O arranco do solo deve efetuar-se sempre com um só pé, mas o saltador pode transpor o pulso que achar convenientes. No salto em altura moderno há duas técnicas mais usadas: a do salto clássico, no qual o atleta transpõe o sarrafo de frente para o solo, e o estilo aperfeiçoado pelo norte-americano Robert Fosbury, em que pelo contrário, o atleta salta de costas.

Características do Salto:
Corrida de aproximação: Bem ritmada evitando correr muito devagar para não fazer a chamada muito perto do sarrafo.
Objetivos: produzir uma aceleração horizontal que perrmita uma conversão ótima pra a vertical com um ângulo de saída favorável (60 a 65°); Preparar uma chamada ritmada e eficiente; proporcionar um ângulo de saída favorável o qual será determinado pela corrida.
Técnicas: Deve ser feita em linha reta; com velocidade controlada, que permite uma boa conversão; a direção da aproximação varia de acordo com a técnica a ser utilizada e a perna de impulsão. Temos assim:

Estilos
Ângulo
Lado de Aproximação
Tesoura
25° a 45°
Contrário à perna de impulsão
Rolo Dorsal
25° a 45°
Contrário à perna de impulsão
Rolo Ventral
-
Mesmo Lado
45° a 65°
Mesmo Lado


Fases: Aceleração (para um bom salto aumenta-se a amplitude da penúltima passada e diminui a última passada. Inicia o movimento de flexão das pernas, concomitantemente elevação dos braços; Preparação da chamada, 2-3 passos.


Fatores básicos: rebaixamento do CG na fase de adaptação (penúltima passada que a última); Criar condições favoráveis a uma boa utilização das massas corporais em movimentos de balanço (braços e pernas) de tal modo que a velocidade e amplitude possam alcançar o seu máximo; Boa utilização das forças reativas dos músculos e ligamentos.

Chamada:
Objetivo: Travar a velocidade horizontal e converter em movimento quase vertical; desenvolver uma grande velocidade de saída e criar um ângulo do valor ótimo; produzir os momentos de rotação necessários para a transposição. Realizada no espaço de tempo de 0,15 - 0,25 segundos.

Fases: Amortecimento - inicia-se com assentametno do pé de impulsão;ocorre a extensão do joelho; movimento de rotação cíclica de perna de elevação e braços geram força de flexão de joelhos; com a flexão do joelho os músculos reagem procurando recuperar a extensão e assim gerar a energia para a impulsão; quando CG atinge seu ponto mais baixo termina a fase de amortecimento; tronco ligeiramente inclinado para trás.

Vôo ou Impulsão:
Inicia-se com o travamento da rotação dos braços e pernas livre. Um ângulo de 135 - 145°; Movimento de rotação dos quadris sobre o eixo horizontal; extensão da coxa, joelho, perna e pé no movimento de impulsão quando CG passa pela posição vertical do ponto de apoio; A rotação dos braços e perna livre facilita a rotação sobre o sarrafo.

http://atletismo10td.files.wordpress.com/2009/11/20080820063533_salto-alt.jpg

Transposição e queda:
Técnicas:
Rolo ventral
Rolo Californiano "Ra"
Tesoura Dorsal
Tesoura
Flop Fousbury (mais usado)

Salto Flop Fousbury
Corrida de aproximação:
Objetivos: idênticos aos demais saltos
Técnica: a corrida de aproximação inicia-se em linha reta e passa a ser feita em curva durante as últimas paradas.
Aproximadamente 15 passos; o raio da curva, em função da velocidade de aproximação é maior quando a velocidade aumenta (quanto mais fechada maior a força centrifuga); A distância do ponto de chamada maior (2m) do sarrafo; Com velocidade a força centrífuga auemtna, o saltador deverá inclinar-se para dentro da curva para compensar esta força; ponto de impulsão na projeção vertical do CG e o sarrafo; rebaixamento do CG na última parada; rotação da perna de elevação.

Chamada:
Inicia-se com uma impulsão da perna de elevação num movimento explosivo, quanto mais alto elevar a perna mais ela vai aumentar a força centrífuga; o tronco deve estar na posição quase vertical; o ponto de imulsão deve estar um pouco fora do CG (rotação); movimento de rotação dos braços e pelos ombros em momentos diferentes.

http://farm2.static.flickr.com/1205/1056180328_e1f1449d78.jpg

Transposição e queda:
Ao perder o contato com o solo o corpo subirá até a posição horizontal, onde os ombros e a cabeça se situarem sobre o sarrafo; O atleta a partir deste momento deeverá deixar cair o ombro e a perna o que elevará o quadril; no próximo momento ele deverá tentar elevar a cabeça e tocar o queixo no peito o que fará um rebaixamento do qudril e a elevação das pernas; após a transposição das pernas elas são estendidas na vertical e mantêm-se até a queda; a queda de costas deverá ser amortecida pela utilização dos braços em toques antecipados ao colchão.


Fontes:
Silva, N. Pitham, Atletismo, Cia Brasil Ed, SP
Watts, Denis, ABC do Atletismo, Ed. Presença Ltda, 1974, Lisbôa
Regras Oficiais de Atletismo - CBAT.

Salto com Vara

http://pan2007.globo.com/ESP/Home/foto/0,,11211959,00.jpg

A exemplo do que tinha acontecido em Berlim 2009, Yelena Isinbayeva sequer subiu ao pódio do salto com vara no Mundial Indoor de Doha. A diferença é que, no Mundial de atletismo indoor 2010, o Brasil aproveitou a porta aberta.
Fabiana Murer saltou 4,80m e ganhou a primeira medalha de ouro feminina do país na história da competição. Na hora do Hino Nacional, com a medalha no peito, a saltadora se permitiu trocar o tradicional choro pelo largo sorriso.

A imagem “https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidZRjdBf_gkAzoSFZeas6ox8yci_eiK0odQuU84IYShplYGEOnchdAzIWc-o7nNizix-40D0m1G_-oO_H3mLNlAnjOTHziLngL5jLcwlgCgUaXVTf8Dxv9puON3QYERlpMOkS7J8tfo4I/s400/fabiana-murer-tf-3-2.jpg” contém erros e não pode ser exibida.
Após a frustração com a perda da vara nas Olimpíadas de Pequim e o quinto lugar no Mundial da Alemanha, desta vez a brasileira não decepcionou. O sorriso depois da prova mostrava que, em Doha, a sensação era de dever cumprido.

http://www.maisacao.net/blog/wp-content/uploads/2007/07/fabiana-murer-julio-cesar-guimaraes.jpg

- Não foi fácil a competição, foi muito dura. Agora acabou, vou pensar na próxima e continuar trabalhando para chegar mais vezes ao lugar mais alto do pódio - prometeu a saltadora, que tinha conquistado o bronze no Mundial Indoor de Valência, em 2008.

Agência/Reuters

Em vez da frustração, o sorriso aberto: Fabiana Murer chegou ao lugar mais alto do pódio em Doha

A brasileira passou pelos 4,50m, 4,60m e 4,70m com facilidade, sempre nas primeiras tentativas. Nos 4,75m, porém, ela precisou de três saltos para saltar sem derrubar o sarrafo. Foi nesta altura, por sinal, que Isinbayeva viu se repetir o fracasso de Berlim. Abalada desde o decepcionante desempenho na Alemanha, quando ficou em último, a russa errou suas três tentativas teve de abandonar a competição novamente sem subir no pódio.

Se Você não entendeu nada ou quase nada vamos tentar entender as Regras dessa Modalidade Esportiva dentro do atletismo.

SALTO COM VARA
Objetivo: Transpor o sarrafo.
Esse salto, assim como o triplo são considerados masculinos,devido a grande exigência do atleta de bastante técnica, força física e equilíbrio muscular apurados.
Basicamente, consiste em ultrapassar um obstáculo (sarrafo) colocado a uma determinada altura, utilizando como impulso uma vara que é apoiada no solo e projeta o atleta para cima.
http://www.estadao.com.br/fotos/fabiana_murer.jpg
Regras:

A pista deve medir no mínimo 45m, ao fim da qual se acha enterrada, ao nível do piso uma caixa de apoio com 1m de comprimento, 60cm de largura, no início e apenas 15 junto ao obstáculo.

Essa caixa é feita de madeira ou metal, enquanto o obstáculo consta de dois suportes verticais e uma barra horizontal - ou sarrafo - de secção triangular, com 3mm de lado, mas com 3,86 a 4,52m de comprimento e 2,260kg de peso máximo. Como na prova de salto em altura após o obstáculo se coloca o port-à-pit, com 1m de altura e 5 de lado, para amortecer a queda do saltador.
A vara utilizada para impulso é de material, comprimento e diâmetro à escolha do atleta, mas ele só poderá revesti-la com duas voltas de fita adesiva de espessura uniforme.

Atualmente, os saltadores usam vara de fibra de vidro, por sua grande resistência e flexibilidade, com peso e comprimento que variam em razão das características físicas do próprio atleta.
As regras observadas na salto em altura, no que toca ao número de tentativas, faltas permitidas e direito de recusar-se a transpor determinadas marcas, com o objetivo de guardar-se para outras maiores, são aplicáveis ao salto com vara.
Nessa prova, o saltador deve correr pela pista de impulso, segurando a vara com as duas mãos em pontos escolhidos por ele mesmo, fincá-la na caixa de apoio, projetar-se para cima em impulso obtido com a flexão da vara e transpor o obstáculo sem derrubá-lo.

http://www.atividadefisica.net/saltovara.jpg

É importante que ele largue a vara no momento exato, pois mesmo que salte o obstáculo, se a vara derrubar o sarrafo, conta-se isso como falta. O saltador também não pode, uma vez fincada a vara na caixa de apoio, mudar a posição de suas mãos na vara, três dessas faltas o eliminam.

Fatores que interferem em um bom salto:
Velocidade Horizontal
Velocidade Vertical
Flexibilidade
Coordenação de membros superiores
Coordenação de membros inferiores
Força (para invergar a vara)
Material adequado

Tipos de Saltos:
Vara Rígida
Vara Flexível
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirKNwns58kCs_kqjA7XGuGUqc5i1E-FJdnp57HmXI0TKYy4x3FOwBAy53PU24yrMN5VExfIBs-kakMmamOcHEYx1hcLV3OKNBpwdLcJWZxYqUjwhA_pGSc_VnW1Zx0Y7xc0E31zC1Lk6Xl/s320/SALTO+COM+VARA2.jpg
Como Saltar:
Com a vara, o centro de gravidade é jogado para frente do corpo, sendo uma dificuldade que deve ser diminuída para se chegar ao êxito.

Energias utilizadas:
Energias Dinâmicas (vara rígida):
Velocidade da Corrida
Impulsão no Solo
Repulsão da Vara

Energias Dinâmicas (vara flexível):
Energia mecânica desenvolvida pela vara (na invergadura transfere-se a força e energia cinética para energia mecânica)

Fases do Salto com Vara:
Corrida de aproximação;
Impulsão;
Transposição;
Queda;

http://olimpiadasdebeijing.files.wordpress.com/2008/08/esquema-salto-com-vara.jpg

Características das fases e como fazer o Salto Com Vara :
Corrida de aproximação: O atleta deve ser extremamente coordenado pois a vara por ser grande desenvolve um desequilíbrio tal, forçando o atleta projetar o centro de gravidade da vara para o seu (elevando a ponta da vara para trás).

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Uma grande importância também é dada a empunhadura. Carregar sempre a vara do lado contrário da perna de impulsão para não atrapalhar a dinâmica do salto. Os braços devem estar abertos do lado contrário do pé de impulsão. Abaixa-se a ponta da vara e a mão do pé de impulsão eleva sua ponta, a fim de buscar o equilíbrio.
A corrida deve ser ritmada para acertar o salto no tempo certo a vara no "take off"e coordenar. Se o atleta errar o passo não conseguirá encaixá-la, ou seja, se perder o rítmo desta corrida vibrará excessivamente a vara dificultando o alinhamento da passada.
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Impulsão: Existem dois movimentos de pêndulo. 1) Vara sobre o solo e 2) Homem sobre a vara.
O movimento de rotação gera o pêndulo e quando ela é travada naturalmente cria um movimento de pêndulo.
Com a rotação dos segmentos no ar (lançamento de elevação da perna), irá subir em posição de "L". A aceleração criada pelo pêndulo, ao empurrar a vara para baixo e para trás ganhará uma força para cima e para frente. Acelera girando o corpo para baixo entra com as pernas para o sarrafo.

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O Atleta empurra a vara e cai sentado sobre o colchão.
A transferência da energia cinética pra energia mecânica ocorre quando o atleta trava com a mão da frente (empurra a vara) e abaixa com a de trás, envergando-a. Quando este atleta freia, a energia é transferida para a vara e consequentemente para o centro de gravidade pela frente.

http://www.fotosdahora.com.br/fotos_upload//0000000001733.jpg

Transposição ou Repulsão: Após girar o corpo, lançar as pernas, flexionando os joelhos e elevando os quadris. Os braços vão para trás, provocando a queda sentado no colchão de H²O.
http://oglobo.globo.com/fotos/2007/07/23/23_MVG_FABIANAD.jpg
Queda: Carpa-se o corpo elevando os quadris e em seguida cai-se sentado no colchão.

http://www.abril.com.br/imagem/fabiana-murer-salto-436.jpg

O comprimento e flexibilidade da vara depende do peso e das preferências do saltador. Não é incomum um atleta levar até 10 variações para uma competição.

As varas que no inicio do século passado eram feitas de bambu, atualmente são feitas com compostos de fibras de carbono e fibra de vidro.

A pista oficial no salto com vara deve ter no mínimo 45 metros. São permitidas um máximo 3 tentativas para cada altura escolhida pelo atleta,

Contam como faltas a queda do sarrafo e a mudança da posição das mãos após a vara ser fincada na caixa de apoio.

Recordes Mundiais:

Masculino:
6,14 metros - Sergei Bubka (Ucrânia) em Sestriere no dia 31 de julho de 1994

Feminino:
5,04 metros - Yelena Isinbayeva (Rússia) em Monte Carlo, Monaco, 29 de julho de 2008.

Jogos Sulamericanos

Brasil terá 557 participantes nos Sul-americanos de 2010

No próximo mÊs de março acontecem os Jogos Sul-americanos, a delegação brasileira será representada por 557 atletas, distribuídos em 37 modalidades, nos Jogos Sul-americanos de Medellín de 2010, que serão realizados entre os dias 19 e 30 de março.

O programa esportivo da competição contempla, além dos esportes tipicamente olímpicos, mais seis que fazem ou já fizeram parte do cronograma pan-americano (beisebol, boliche, fustal, caratê, softbol e squash).


http://www.futsal.com.br/img_2009/id_24250_2.jpg

A equipe tupiniquim ficará alojada na Vila Sul-americana, a primeira da história construída, exclusivamente, para a competição.

Bernard Rajzman, chefe da missão brasileira na cidade colombiana, avaliou o evento como importante para classificar o patamar da equipe nacional e mostrou confiança no desempenho dos atletas.

http://360graus.terra.com.br/canoagem/images/w_h/w_h_20061109090109.jpg

"Os Jogos Sul-americanos representam uma importante etapa no planejamento do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) para o ciclo olímpico.

A competição reúne nossos principais adversários no continente e serve para avaliarmos as condições de nossos atletas.

A delegação é uma mescla de atletas experientes com novos talentos que buscam seu espaço no cenário esportivo. Estamos certos de que o Time Brasil representará o país da melhor maneira possível e voltará para casa com excelentes resultados," declarou.

Entre os principais destaques da delegação estão a velocista Barbara Leôncio, o mesatenista Hugo Hoyama, o ginasta Diego Hypólito, o canoísta Nivalter Santos, a saltadora Juliana Veloso, os maratonistas aquáticos Ana Marcella Cunha e Allan do Carmo, a judoca Ketleyn Quadros, o craque de futsal Falcão e os nadadores Kaio Marcio, Joana Maranhão e Thiago Pereira.

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terça-feira, 16 de março de 2010

Uma introdução ao treinamento funcional

O Treinamento Funcional, método bem difundido entre atletas de elite e muitos outros adeptos da atividade física, principalmente nos últimos anos, não é bem uma novidade para a raça humana.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0ZAOqhkSWh0RBKX3W8vlSdwjT1fZLiTD_hzsIClR88efvAxAkhpffNyG1Y4l5rrrGmUFiwBPLpvaYi5eLA9lbIiF3g6QDD7ZoVyAUSr-o4S2P6MrNjZtf4D3fgR9AYRo1IN95dVqZXw8/s1600/Aquiles.jpg
O Homem, desde a Grécia e Roma Antiga, utilizava-se da funcionalidade para desempenhar com certo grau de eficiência, desafios ou afazeres que surgiam ao longo do seu dia-a-dia, o que garantia muitas vezes a sua sobrevivência.
Mas com a sua evolução, o homem acabou tornando-se menos funcional e mais dependente dos avanços tecnológicos e suas facilidades e confortos.


O que o mesmo demorou a perceber é que ser menos funcional é também se tornar menos independente no futuro, quando atingimos a maturidade.
Já foi provado por muitos estudiosos que a capacidade de realizar algumas atividades diárias diminui com o envelhecimento pois há uma deterioração muscular contínua que diminui a força e resistência musculares, equilíbrio e resistência cardiovascular.

É evidente que outros fatores influenciam no aumento da perda destas capacidades físicas como o sedentarismo, uma má alimentação e a falta de descanso, o que comprova que um estilo de vida não saudável traz, com o tempo, malefícios que poderiam ser evitados ou pelo menos minimizados.
http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/12/treinamento_funcional_correr_melhor.jpg
Com a ajuda dos meios de comunicação, mídia impressa e outros, ficou mais evidente a importância da prática de exercícios que mantenham ou recuperem a capacidade funcional de qualquer ser humano, garantindo assim a sua autonomia de movimentos, mobilidade articular, força e resistência muscular, coordenação e equilíbrio corporal, dando-lhe o poder de ação e reação a qualquer eventualidade diária como o deslocamento do peso corporal ou parte dele por diferentes planos.
Em tempos atuais, o Treinamento Funcional está representando uma nova forma de treinamento, guiada por leis básicas originadas na Antiguidade, mas sustentadas através de pesquisas e testes extensivos nas salas de treinamento e laboratórios.
Sua essência baseia-se na melhoria dos aspectos neurológicos que afetam a capacidade funcional do ser humano através de exercícios que desafiam os diversos componentes do sistema nervoso e muscular, gerando a sua adaptação.
A imagem “http://johnsifferman.com/img/functional_training.JPG” contém erros e não pode ser exibida.
Através de sete movimentos primários do Homem – agachar, levantar, puxar, empurrar, avançar, abaixar e girar – o treinamento funcional acaba adequando-se à especificidade de qualquer que seja a atividade ou movimento a ser realizado.
Quando baseado em uma prescrição coerente e segura de exercícios, permite que o corpo humano seja estimulado de um modo a melhorar todas as qualidades do sistema musculoesquelético e seus sistemas interdependentes, aumentando o condicionamento e a performance do indivíduo, diminuindo o risco de lesões ou reabilitando mais rápido pessoas por elas acometidas, além de oferecer uma infinidade de variações, fator importantíssimo para a motivação do praticante.
http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/90480.jpg
Fica fácil observar depois de tudo isso que o Treinamento Funcional é uma atividade extremamente desafiadora pelas exigências físicas e mentais que faz ao praticante, mas ao mesmo tempo motivante com relação à quebra de obstáculos e limites que nos impomos com o tempo.
O Treinamento Funcional chegou e certamente, dessa vez, pra ficar!