quinta-feira, 18 de março de 2010

Salto com Vara

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A exemplo do que tinha acontecido em Berlim 2009, Yelena Isinbayeva sequer subiu ao pódio do salto com vara no Mundial Indoor de Doha. A diferença é que, no Mundial de atletismo indoor 2010, o Brasil aproveitou a porta aberta.
Fabiana Murer saltou 4,80m e ganhou a primeira medalha de ouro feminina do país na história da competição. Na hora do Hino Nacional, com a medalha no peito, a saltadora se permitiu trocar o tradicional choro pelo largo sorriso.

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Após a frustração com a perda da vara nas Olimpíadas de Pequim e o quinto lugar no Mundial da Alemanha, desta vez a brasileira não decepcionou. O sorriso depois da prova mostrava que, em Doha, a sensação era de dever cumprido.

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- Não foi fácil a competição, foi muito dura. Agora acabou, vou pensar na próxima e continuar trabalhando para chegar mais vezes ao lugar mais alto do pódio - prometeu a saltadora, que tinha conquistado o bronze no Mundial Indoor de Valência, em 2008.

Agência/Reuters

Em vez da frustração, o sorriso aberto: Fabiana Murer chegou ao lugar mais alto do pódio em Doha

A brasileira passou pelos 4,50m, 4,60m e 4,70m com facilidade, sempre nas primeiras tentativas. Nos 4,75m, porém, ela precisou de três saltos para saltar sem derrubar o sarrafo. Foi nesta altura, por sinal, que Isinbayeva viu se repetir o fracasso de Berlim. Abalada desde o decepcionante desempenho na Alemanha, quando ficou em último, a russa errou suas três tentativas teve de abandonar a competição novamente sem subir no pódio.

Se Você não entendeu nada ou quase nada vamos tentar entender as Regras dessa Modalidade Esportiva dentro do atletismo.

SALTO COM VARA
Objetivo: Transpor o sarrafo.
Esse salto, assim como o triplo são considerados masculinos,devido a grande exigência do atleta de bastante técnica, força física e equilíbrio muscular apurados.
Basicamente, consiste em ultrapassar um obstáculo (sarrafo) colocado a uma determinada altura, utilizando como impulso uma vara que é apoiada no solo e projeta o atleta para cima.
http://www.estadao.com.br/fotos/fabiana_murer.jpg
Regras:

A pista deve medir no mínimo 45m, ao fim da qual se acha enterrada, ao nível do piso uma caixa de apoio com 1m de comprimento, 60cm de largura, no início e apenas 15 junto ao obstáculo.

Essa caixa é feita de madeira ou metal, enquanto o obstáculo consta de dois suportes verticais e uma barra horizontal - ou sarrafo - de secção triangular, com 3mm de lado, mas com 3,86 a 4,52m de comprimento e 2,260kg de peso máximo. Como na prova de salto em altura após o obstáculo se coloca o port-à-pit, com 1m de altura e 5 de lado, para amortecer a queda do saltador.
A vara utilizada para impulso é de material, comprimento e diâmetro à escolha do atleta, mas ele só poderá revesti-la com duas voltas de fita adesiva de espessura uniforme.

Atualmente, os saltadores usam vara de fibra de vidro, por sua grande resistência e flexibilidade, com peso e comprimento que variam em razão das características físicas do próprio atleta.
As regras observadas na salto em altura, no que toca ao número de tentativas, faltas permitidas e direito de recusar-se a transpor determinadas marcas, com o objetivo de guardar-se para outras maiores, são aplicáveis ao salto com vara.
Nessa prova, o saltador deve correr pela pista de impulso, segurando a vara com as duas mãos em pontos escolhidos por ele mesmo, fincá-la na caixa de apoio, projetar-se para cima em impulso obtido com a flexão da vara e transpor o obstáculo sem derrubá-lo.

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É importante que ele largue a vara no momento exato, pois mesmo que salte o obstáculo, se a vara derrubar o sarrafo, conta-se isso como falta. O saltador também não pode, uma vez fincada a vara na caixa de apoio, mudar a posição de suas mãos na vara, três dessas faltas o eliminam.

Fatores que interferem em um bom salto:
Velocidade Horizontal
Velocidade Vertical
Flexibilidade
Coordenação de membros superiores
Coordenação de membros inferiores
Força (para invergar a vara)
Material adequado

Tipos de Saltos:
Vara Rígida
Vara Flexível
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Como Saltar:
Com a vara, o centro de gravidade é jogado para frente do corpo, sendo uma dificuldade que deve ser diminuída para se chegar ao êxito.

Energias utilizadas:
Energias Dinâmicas (vara rígida):
Velocidade da Corrida
Impulsão no Solo
Repulsão da Vara

Energias Dinâmicas (vara flexível):
Energia mecânica desenvolvida pela vara (na invergadura transfere-se a força e energia cinética para energia mecânica)

Fases do Salto com Vara:
Corrida de aproximação;
Impulsão;
Transposição;
Queda;

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Características das fases e como fazer o Salto Com Vara :
Corrida de aproximação: O atleta deve ser extremamente coordenado pois a vara por ser grande desenvolve um desequilíbrio tal, forçando o atleta projetar o centro de gravidade da vara para o seu (elevando a ponta da vara para trás).

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Uma grande importância também é dada a empunhadura. Carregar sempre a vara do lado contrário da perna de impulsão para não atrapalhar a dinâmica do salto. Os braços devem estar abertos do lado contrário do pé de impulsão. Abaixa-se a ponta da vara e a mão do pé de impulsão eleva sua ponta, a fim de buscar o equilíbrio.
A corrida deve ser ritmada para acertar o salto no tempo certo a vara no "take off"e coordenar. Se o atleta errar o passo não conseguirá encaixá-la, ou seja, se perder o rítmo desta corrida vibrará excessivamente a vara dificultando o alinhamento da passada.
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Impulsão: Existem dois movimentos de pêndulo. 1) Vara sobre o solo e 2) Homem sobre a vara.
O movimento de rotação gera o pêndulo e quando ela é travada naturalmente cria um movimento de pêndulo.
Com a rotação dos segmentos no ar (lançamento de elevação da perna), irá subir em posição de "L". A aceleração criada pelo pêndulo, ao empurrar a vara para baixo e para trás ganhará uma força para cima e para frente. Acelera girando o corpo para baixo entra com as pernas para o sarrafo.

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O Atleta empurra a vara e cai sentado sobre o colchão.
A transferência da energia cinética pra energia mecânica ocorre quando o atleta trava com a mão da frente (empurra a vara) e abaixa com a de trás, envergando-a. Quando este atleta freia, a energia é transferida para a vara e consequentemente para o centro de gravidade pela frente.

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Transposição ou Repulsão: Após girar o corpo, lançar as pernas, flexionando os joelhos e elevando os quadris. Os braços vão para trás, provocando a queda sentado no colchão de H²O.
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Queda: Carpa-se o corpo elevando os quadris e em seguida cai-se sentado no colchão.

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O comprimento e flexibilidade da vara depende do peso e das preferências do saltador. Não é incomum um atleta levar até 10 variações para uma competição.

As varas que no inicio do século passado eram feitas de bambu, atualmente são feitas com compostos de fibras de carbono e fibra de vidro.

A pista oficial no salto com vara deve ter no mínimo 45 metros. São permitidas um máximo 3 tentativas para cada altura escolhida pelo atleta,

Contam como faltas a queda do sarrafo e a mudança da posição das mãos após a vara ser fincada na caixa de apoio.

Recordes Mundiais:

Masculino:
6,14 metros - Sergei Bubka (Ucrânia) em Sestriere no dia 31 de julho de 1994

Feminino:
5,04 metros - Yelena Isinbayeva (Rússia) em Monte Carlo, Monaco, 29 de julho de 2008.

Jogos Sulamericanos

Brasil terá 557 participantes nos Sul-americanos de 2010

No próximo mÊs de março acontecem os Jogos Sul-americanos, a delegação brasileira será representada por 557 atletas, distribuídos em 37 modalidades, nos Jogos Sul-americanos de Medellín de 2010, que serão realizados entre os dias 19 e 30 de março.

O programa esportivo da competição contempla, além dos esportes tipicamente olímpicos, mais seis que fazem ou já fizeram parte do cronograma pan-americano (beisebol, boliche, fustal, caratê, softbol e squash).


http://www.futsal.com.br/img_2009/id_24250_2.jpg

A equipe tupiniquim ficará alojada na Vila Sul-americana, a primeira da história construída, exclusivamente, para a competição.

Bernard Rajzman, chefe da missão brasileira na cidade colombiana, avaliou o evento como importante para classificar o patamar da equipe nacional e mostrou confiança no desempenho dos atletas.

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"Os Jogos Sul-americanos representam uma importante etapa no planejamento do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) para o ciclo olímpico.

A competição reúne nossos principais adversários no continente e serve para avaliarmos as condições de nossos atletas.

A delegação é uma mescla de atletas experientes com novos talentos que buscam seu espaço no cenário esportivo. Estamos certos de que o Time Brasil representará o país da melhor maneira possível e voltará para casa com excelentes resultados," declarou.

Entre os principais destaques da delegação estão a velocista Barbara Leôncio, o mesatenista Hugo Hoyama, o ginasta Diego Hypólito, o canoísta Nivalter Santos, a saltadora Juliana Veloso, os maratonistas aquáticos Ana Marcella Cunha e Allan do Carmo, a judoca Ketleyn Quadros, o craque de futsal Falcão e os nadadores Kaio Marcio, Joana Maranhão e Thiago Pereira.

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terça-feira, 16 de março de 2010

Uma introdução ao treinamento funcional

O Treinamento Funcional, método bem difundido entre atletas de elite e muitos outros adeptos da atividade física, principalmente nos últimos anos, não é bem uma novidade para a raça humana.
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O Homem, desde a Grécia e Roma Antiga, utilizava-se da funcionalidade para desempenhar com certo grau de eficiência, desafios ou afazeres que surgiam ao longo do seu dia-a-dia, o que garantia muitas vezes a sua sobrevivência.
Mas com a sua evolução, o homem acabou tornando-se menos funcional e mais dependente dos avanços tecnológicos e suas facilidades e confortos.


O que o mesmo demorou a perceber é que ser menos funcional é também se tornar menos independente no futuro, quando atingimos a maturidade.
Já foi provado por muitos estudiosos que a capacidade de realizar algumas atividades diárias diminui com o envelhecimento pois há uma deterioração muscular contínua que diminui a força e resistência musculares, equilíbrio e resistência cardiovascular.

É evidente que outros fatores influenciam no aumento da perda destas capacidades físicas como o sedentarismo, uma má alimentação e a falta de descanso, o que comprova que um estilo de vida não saudável traz, com o tempo, malefícios que poderiam ser evitados ou pelo menos minimizados.
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Com a ajuda dos meios de comunicação, mídia impressa e outros, ficou mais evidente a importância da prática de exercícios que mantenham ou recuperem a capacidade funcional de qualquer ser humano, garantindo assim a sua autonomia de movimentos, mobilidade articular, força e resistência muscular, coordenação e equilíbrio corporal, dando-lhe o poder de ação e reação a qualquer eventualidade diária como o deslocamento do peso corporal ou parte dele por diferentes planos.
Em tempos atuais, o Treinamento Funcional está representando uma nova forma de treinamento, guiada por leis básicas originadas na Antiguidade, mas sustentadas através de pesquisas e testes extensivos nas salas de treinamento e laboratórios.
Sua essência baseia-se na melhoria dos aspectos neurológicos que afetam a capacidade funcional do ser humano através de exercícios que desafiam os diversos componentes do sistema nervoso e muscular, gerando a sua adaptação.
A imagem “http://johnsifferman.com/img/functional_training.JPG” contém erros e não pode ser exibida.
Através de sete movimentos primários do Homem – agachar, levantar, puxar, empurrar, avançar, abaixar e girar – o treinamento funcional acaba adequando-se à especificidade de qualquer que seja a atividade ou movimento a ser realizado.
Quando baseado em uma prescrição coerente e segura de exercícios, permite que o corpo humano seja estimulado de um modo a melhorar todas as qualidades do sistema musculoesquelético e seus sistemas interdependentes, aumentando o condicionamento e a performance do indivíduo, diminuindo o risco de lesões ou reabilitando mais rápido pessoas por elas acometidas, além de oferecer uma infinidade de variações, fator importantíssimo para a motivação do praticante.
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Fica fácil observar depois de tudo isso que o Treinamento Funcional é uma atividade extremamente desafiadora pelas exigências físicas e mentais que faz ao praticante, mas ao mesmo tempo motivante com relação à quebra de obstáculos e limites que nos impomos com o tempo.
O Treinamento Funcional chegou e certamente, dessa vez, pra ficar!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Estresse no trabalho pode causar doença de voz em professor

Cerca de 60% dos professores da rede municipal da cidade de São Paulo têm distúrbios na voz — uma prevalência cinco vezes maior que no resto da população (1). De acordo com uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, o estresse no trabalho está fortemente associado com essas doenças e elas aumentam de 6 a 9,5 vezes as chances de o professor tornar-se incapaz para o trabalho.

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A fonoaudióloga Susana Giannini avaliou 167 professores de ensino infantil, fundamental e médio com distúrbios de voz na cidade de São Paulo. Ela comparou-os com 105 colegas saudáveis, provenientes das mesmas escolas. Depois, Susana analisou os grupos com duas escalas:uma media o nível de estresse no trabalho e outra, a capacidade para o trabalho.

A pesquisadora encontrou uma associação estatística entre ter distúrbios vocais e estresse provocado pela organização do trabalho — indício de que o estresse pode ser uma causa dos distúrbios vocais. O estresse era medido pelos níveis de excesso de trabalho e falta de autonomia sobre o trabalho dos professores.

Cerca de 70% daqueles que tinham problemas vocais apresentaram excesso de trabalho, mostrando que a pressão para realizá-lo era média ou alta. Já nos professores saudáveis a porcentagem era de 54,4%.
Os professores com distúrbios de voz também tiveram menor autonomia para realizar seu trabalho. Cerca de 73% dos professores com distúrbio de voz mostraram ter pouca ou média autonomia sobre o trabalho. Já nos professores sem alteração vocal, a porcentagem é de 62,1%.

“A condição de estresse é de alto desgaste”, explica Susana. Nesse nível, o professor perde a possibilidade de criar e intervir no trabalho. Ele tem muitas tarefas para desempenhar e não consegue criar soluções para os problemas que aparecem.
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Incapacidade

A pesquisa analisou os professores com um índice que media a capacidade de um trabalhador desempenhar suas tarefas em função do seu estado de saúde, capacidades físicas e mentais, e exigências do trabalho. O resultado foi que professores com distúrbio vocal tem chances de 6 a 9,5 vezes maiores de não ter condições de executar o trabalho antes de chegar à aposentadoria.

“Com o adoecimento da voz, o professor se aposenta mais cedo ou precisa sair da sala de aula, vai pra secretaria fazer trabalho burocrático. É como se o distúrbio interrompesse sua carreira precocemente. E isso reduz a satisfação com o trabalho”.

De acordo com a pesquisa, as novas políticas do governo para inclusão de alunos aumentaram a carga de trabalho dos professores, que passam a ter de ensinar alunos com níveis de conhecimento diferentes. As salas de aula também aumentaram de número e os estudantes passam mais tempo na escola. “No entanto, não aumenta a estrutura das escolas”, diz a pesquisadora. “O professor tem de dar conta sozinho de mais trabalho. Aumenta a pressão e o volume do trabalho, que vai invadindo o espaço familiar e social. O professor não dá conta de transmitir o conteúdo planejado”.

Na opinião de Suzana, o estudo pode ajudar a rever as regras da previdência social, que não reconhecem perda da voz do professor como doença relacionada ao trabalho. “A pesquisa levanta que o professor pode adoecer e ser incapacitado de trabalhar em sua função quando relaciona muito trabalho com pouca autonomia”, indica a fonoaudióloga. “Se for compreendido que isso é causado pelo trabalho, eu tenho que ter políticas públicas que reconheçam esse nexo causal. Se alguma lei compreender que o disturbio de voz está relacionado ao trabalho, o professor deixa de arcar sozinho com a doença que adquiriu”.

(1) Fonte: “Condições de produção vocal de professores da rede do município de São Paulo” – Revista dos Distúrbios da Comunicação.

Por Nilbberth Silva

quinta-feira, 11 de março de 2010

Mitos da Nutrição Esportiva


Como a nutrição esportiva é uma área que envolve a ciência do esporte, ela está sujeita a mitos e falsos juízos.

Você provavelmente já ouviu todos eles, mas sabe o que é verdade?

Mito 1: O açúcar deve ser evitado antes dos treinos e das competições
O açúcar ingerido antes das competições aumenta os níveis de glicose e insulina no sangue, o que não é ruim. O açúcar é um tipo de carboidrato. Os carboidratos ingeridos antes do exercício, provenientes do açúcar ou de bebidas, podem melhorar a performance. Um praticante de atividade física que não está abastecido fica cansado e o seu desempenho fica aquém do seu melhor.

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Mito 2: As bebidas esportivas são necessárias apenas durante os exercícios com duração superior a uma hora

As bebidas esportivas podem ser benéficas em atividades com menos de uma hora de duração, especialmente se o exercício é intenso ou acontece em climas quentes e úmidos. Os atletas profissionais não são os únicos a se beneficiarem das bebidas esportivas.

Os praticante de atividade física que jogam futebol, tênis, hóquei ou basquete podem se beneficiar dos carboidratos e eletrólitos das bebidas esportivas. A ingestão de bebidas esportivas estimula os praticantes a beberem mais, o que é importante, uma vez que a desidratação pode ocorrer durante os exercícios que duram menos de uma hora. O uso das bebidas esportivas é uma maneira fácil de melhorar o desempenho e combater a desidratação.

Mito 3: As distorções da imagem corporal acontecem apenas com as mulheres

Os homens estão cada vez mais expostos a imagens de super homens - dos corpos dos lutadores profissionais às capas das revistas. Os homens estão mais e mais insatisfeitos com a aparência física. A distorção da imagem corporal é uma preocupação exagerada com defeitos imaginários ou insignificantes e é reconhecida como um distúrbio psicológico. Muitas pessoas podem não saber que ele ocorre tanto com homens quanto com mulheres.

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Mito 4: As vitaminas e minerais fornecem energia extra aos praticantes de exercícios físicos

As vitaminas e minerais agem como fatores coadjuvantes para liberar a energia armazenada nos alimentos, mas elas não fornecem energia extra. Um programa de refeições rico em grãos, vegetais, frutas, carne e laticínios oferece energia para os praticantes de atividade. Estes alimentos também são veículos para as vitaminas e minerais que o corpo necessita para utilizar a energia. Os suplementos polivitamínicos e/ou poliminerais podem ser necessários para alguns atletas; por si só, eles não fornecem energia extra.

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Mito 5: A proporção ideal de nutrientes é 40% de carboidratos, 30% de proteínas e 30% de gorduras

Alguns programas alimentares recomendam que 40% da energia deve ser proveniente de carboidratos, 30% de proteínas e 30% de gorduras. As dietas com estas proporções podem prejudicar o desempenho, pois são baixas em calorias e carboidratos. As pesquisas indicam que os melhores programas para os praticantes de atividades são os que oferecem aproximadamente 55% a 58% de energia vinda de carboidratos, 12% a 15% de proteínas e 25% a 30% de gorduras.

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Combata os mitos da nutrição esportiva

- Seja cuidadoso com as informações fornecidas em sites comerciais se o objetivo da companhia for vender produtos e o produto não tiver a retaguarda de pesquisas.

- Procure informações de organizações respeitadas, como a American College of Sports Medicine (ASCM) e a American Dietetic Association (ADA).

- Convide um nutricionista esportivo para um workshop com a sua equipe, para a preparação de programas alimentares embasados na ciência da Nutrição.

Fonte:GSSI - Gatorade Sports Science Institute (www.gssi.com.br) 10/3/2010

segunda-feira, 8 de março de 2010

Brasil na Neve

Participação brasileira nas Olimpíadas de Inverno


Jaqueline e Ribela estreiam em Vancouver nesta segunda

Dois dos cinco atletas brasileiros que disputam esta edição Jogos Olímpicos de Inverno entraram em cena pela primeira vez, em Vancouver. Jaqueline Mourão e Leandro Ribela vão encarar aquela que é conhecida como a "maratona" da neve: o esqui cross country.

Jaqueline entra na pista no Parque Olímpico de Whistler, onde tem pela frente o percurso de 10 km. A brasileira tem no currículo a vitória na prova de Marcha Blanca, ano passado. As favoritas da prova são a polonesa Justyna Kowalczyk (campeã mundial), e a norueguesa Marit Bjorgen (prata em Turim 2006).

Já Ribelo tem um desafio um pouco mais tortuoso, e terá que percorrer os 15 km da prova, brigando com os principais nomes mundiais da modalidade: os noruegueses Petter Northug, atual campeão mundial, e Ola Vigen Hattestad, dono de seis vitórias da Copa do Mundo, além do italiano Pietro Piller Cottrer, que subiu ao pódio nas duas últimas Olimpíadas.

A brasileira Maya Harrison, de 17 anos, fechou sua participação nas Olimpíadas de Inverno, em Vancouver, com a 48 posição na prova 'Slalom Especial', da modalidade esqui alpinio. A atleta, que compete em duas provas no gelo canadense, superou as expectativas ao atingir... prova (Slalom Gigante) sofreu duas quedas e foi desclassificada, consagra-se como uma promessa brasileira para as próximas Olimpíadas de inverno.

Jogos Paraolímpicos de Inverno
Os Jogos da Paraolimpíada de Inverno de 2010 serão realizados entre 12 e 21 de Março de 2010, também em Vancouver e arredores, na província canadense da Columbia Britânica. Os Jogos Olímpicos e os Jogos Paraolímpicos de 2010 são organizados pelo Vancouver Olympic Committee (VANOC).

Onde será a próxima Olimpíada de Inverno?
Os XXII Jogos Olímpicos de Inverno serão realizados na cidade russa de Sóchi entre 7 a 23 de fevereiro de 2014. Saiba mais dos próximos Jogos Olímpicos de Inverno em XXII Jogos Olímpicos de Inverno - Sóchi 2014.

Jogos Olímpicos de Inverno
Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 foram realizados na cidade canadense de Vancouver em fevereiro de 2010.

Participaram 82 países nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010. Entre eles muitos países sem invernos rigorosos, como o Brasil. Cinco atletas representaram o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010. Esta foi a sexta participação brasileira nas Olimpíadas de Inverno. Os atletas brasileiros competiram no esqui alpino, esqui cross-country e snowboard.

Você sabe quais são os Esportes dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010?
Biatlo, Bobsleigh, Combinado nórdico, Curling, Esqui alpino, Esqui cross-country, Esqui estilo livre, Hóquei no gelo, Luge, Patinação artística, Patinação de velocidade, Patinação de velocidade em pista curta, Salto de esqui, Skeleton e Snowboard foram disputados durante a 21ª edição dos Jogos Olímpicos de Inverno (também conhecidos como Olimpíadas de Inverno de 2010), realizados em Vancouver e nas cidades próximas a sede principal. Confira os Locais das provas das Olimpíadas de Inverno de 2010. Cerca de 5,5 mil atletas de 82 países participaram de 86 eventos da Olimpíada de Inverno de 2010.

Em Vancouver 2010 o Canadá conquistou mais medalhas de Ouro, mas os Estados Unidos tiveram o maior número de medalhas. A Noruega ainda é o país com mais medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno. Confira o Quadro de Medalhas dos Jogos Olímpicos de 2010 de Vancouver.

Mascote dos Jogos Olímpicos de Inverno - Sumi, Quatchi e Miga - Vancouver, Canadá 2010
As mascotes das Olimpíadas de Vancouver 2010 representam os animais da fauna da Colúmbia Britânica (região onde serão realizados os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010) com criaturas mitológicas. Sumi (animal guardião - mascote dos Jogos Paraolímpicos), Quatchi (pé-grande) e Miga (urso polar mítico) e Mukmuk (marmota - mascote não-oficial).

Medalha dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 As Medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 tem formas diferentes. As formas ondulantes das medalhas de Vancouver são inspiradas nas montanhas da Colúmbia Britânica, oceano e neve. As faces das medalhas foram inspiradas nos primeiros povos da região. Cada medalha da Olimpíadas é única.


Desempenho e medalhas do Brasil em todos os Jogos Olímpicos de Inverno
Confira abaixo os dados, estatísticas e nome dos medalhistas do Brasil nas Olimpíadas de Inverno

Total de Medalhas do Brasil: 0
0 medalhas de ouro do Brasil
0 medalhas de prata do Brasil
0 medalhas de bronze do Brasil
Colocação no quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno: 46º

Medalhas do Brasil em todos os Jogos Olímpicos de Inverno
Jogos - Ouro - Prata - Bronze - Total - Posição
1992 - 0 - 0 - 0 - 0
1994 - 0 - 0 - 0 - 0
1998 - 0 - 0 - 0 - 0
2002 - 0 - 0 - 0 - 0
2006 - 0 - 0 - 0 - 0
2010 - 0 - 0 - 0 - 0
2014 -
Total - 0 - 0 - 0 - 0

Medalhas do Brasil por esporte em todos os Jogos Olímpicos de Inverno
Esporte - Ouro - Prata - Bronze - Total
Total - 0 - 0 - 0 - 0

Curiosidades do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno
A primeira participação do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno foi em 1992. Sete atletas (6 homens e 1 mulher) disputaram as competições de esqui alpino nos Jogos Olímpicos de Albertville na França.
Em 1994 e em 1998 o Brasil enviou apenas um atleta em cada edição, Lothar Christian Munder em 1994 e Marcelo Apovian em 1998.
O nono lugar de Isabel Clark no snowboard nos Jogos Olímpicos de 2006 é o melhor resultado brasileiro nos Jogos Olímpicos de Inverno.
Até 2006, Claudinei Quirino, Matheus Inocêncio e Jaqueline Mourão foram os atletas brasileiros que participaram tantos dos Jogos Olímpicos de Verão como dos Jogos Olímpicos de Inverno. Claudinei Quirino é medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Verão de Sydney em 2000 (revezamento 4x100m) e participou da equipe de Bobsleigh nos Jogos Olímpicos de Turim de 2006.


Destaques do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno
1992 - Albertville - Evelyn Schuler - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 40°
1992 - Albertville - Christian Lothar Munder - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 41°
1992 - Albertville - Sérgio Schuler - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 64°
1992 - Albertville - Marcelo Apovian - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 73°
1992 - Albertville - Hans Egger - Esqui Alpino - Slalom Gigante - Não terminou
1992 - Albertville - Flávio Igel - Esqui Alpino - Slalom Gigante - Não largou
1994 - Lillehammer - Christian Lothar Munder - Esqui Alpino - Super combinado - 50°
1998 - Nagano - Marcelo Apovian - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 37°
2002 - Salt Lake City - Franziska Becskehazy - E.Cross country 10km - 59°
2002 - Salt Lake City - Mirella Arnold - Esqui Alpino - Slalom gigante - 48°
2002 - Salt Lake City - Alexandre Penna - E.Cross country 50km - 59°
2002 - Salt Lake City - Nikolai Hentsch - Esqui Alpino - Slalom gigante - Desclassificado
2002 - Salt Lake City - Renato Mizoguchi - Luge - 46°
2002 - Salt Lake City - Ricardo Raschini - Luge - 45°
2002 - Salt Lake City - Equipe - Trenó/4(Bobsleigh) - 27°
2006 - Turim - Isabel Clark - Snowboard-boardercross - 9°
2006 - Turim - Jaqueline Mourão - E.Cross country 10km - 67°
2006 - Turim - Mirella Arnold - Esqui Alpino - Slalom gigante - 43°
2006 - Turim - Hélio de Freitas - E.Cross country 15km - 93°
2006 - Turim - Nikolai Hentsch - Esqui Alpino - Slalom gigante - 30°
2006 - Turim - Nikolai Hentsch - Esqui Alpino - Downhill - 43°
2006 - Turim - Equipe - Trenó/4(Bobsleigh) - 25°


Responsável pelo melhor resultado brasileiro em Jogos Olímpicos de Inverno, a nona colocação em Turim-06, a snowboarder carioca Isabel Clark volta ao cenário olímpico para disputar a prova de cross dos Jogos de Vancouver 2010. A brasileira encara a exigente pista de Cypress Mountain e mais 24 adversárias com um único objetivo: comprovar que continua evoluindo como atleta. "Eu quero sempre seguir melhorando e me desenvolvendo em todas as áreas, principalmente física, técnica e mental. Após a prova, quero ter a certeza de que fiz o meu melhor", afirma Isabel, porta-bandeira da delegação brasileira na Cerimônia de Abertura dos Jogos de Turim e Vancouver.

Equipe Brasileira nas Olimpíadas de Inverno - Vancouver 2010.
No Jogos de Inverno de Vancouver 2010, os esquiadores brasileiros que já obtiveram índice olímpico, Maya Harrisson, Jhonathan Longhi, Leandro Ribela, Jaqueline Mourao e a snowboarder Isabel Clark.
O Brasil participou do Esqui Alpino (Slalom Especial e Slalom Gigante), com Maya e Jhonathan, no Esqui Cross Country (10 km de técnica livre no feminino e 15km no masculino), com Jaqueline e Leandro e no Snowboard Cross (SBX), com Isabel Clark, nono lugar nas Olimpíadas de Inverno de Turim.

Líder do Ranking Sulamericano e Brasileiro de Snowboard Cross Country (SBX), Isabel Clark está muito bem colocada em sua categoria modalidade. A brasileira ocupa a 1ª posição do ranking que classifica apenas as 25 primeiras para Vancouver.da lista classificatória da FIS (Federação
Internacional de Ski). Ela é a única atleta sul-americana na lista.
Outra brasileira que também pretende fazer bonito é Jaqueline Mourão. Ela, que já possui índices para representar o Brasil em Vancouver no Esqui Cross Country, deve ser a primeira brasileira a participar de quatro olimpíadas (duas edições de verão e duas de inverno).


Isabel Clark
Modalidade: Snowboard

Prova: Snowboard Cross (SBX)

Data: 16/02/2010
Horário:
10:00 - Ladies' Snowboard Cross Qualification
12:15 - Ladies' Snowboard Cross Quarterfinals 12:29 - Ladies' Snowboard Cross Semifinals
12:40 - Ladies' Snowboard Cross Finals


Local de competição: Cypress Mountain


*Hora das provas em horário local
(6 horas a mais que no Brasil)

Jaqueline Mourão
Modalidade: Ski Cross Country

Prova: 10 km Free Technique

Data: 15/02/2010
Horário: 10:00h às 11:15h

Local de competição: Whistler Olympic Park

Leandro Ribela
Modalidade: Ski Cross Country

Prova: 15 km Free Technique

Data: 15/02/2010
Horário: 1:30h às 14h

Local de competição: Whistler Olympic Park


Jhonatan Longhi
Modalidade: Ski Alpino

Provas:
Giant Slalom (GS)

Data: /02/2010
10:00h às 11:45h 1 ª manga (1st run)
13:45 às 15:00h 2ª manga (2nd run)

Slalom (SL)
Data: 27/02/2010
10:00h às 11:45h 1ª manga (1st run)
13:45 às 15:10h 2ª manga (2nd run)

Local de Competição: Whistler Creekside


Maya Harrisson
Modalidade: Ski Alpino

Provas:
Giant Slalom (GS)
Data: 24/02/2010
10:00h às 11:30h 1ª manga (1st run) 13:15 às 14:30h 2ª manga (2nd run)

Slalom (SL)
Data: 26/02/2010
10:00h às 11:30h 1ª manga (1st run)
13:30 às 14:30h 2ª manga (2nd run)

Local de Competição: Whistler Creekside