segunda-feira, 15 de março de 2010

Estresse no trabalho pode causar doença de voz em professor

Cerca de 60% dos professores da rede municipal da cidade de São Paulo têm distúrbios na voz — uma prevalência cinco vezes maior que no resto da população (1). De acordo com uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, o estresse no trabalho está fortemente associado com essas doenças e elas aumentam de 6 a 9,5 vezes as chances de o professor tornar-se incapaz para o trabalho.

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A fonoaudióloga Susana Giannini avaliou 167 professores de ensino infantil, fundamental e médio com distúrbios de voz na cidade de São Paulo. Ela comparou-os com 105 colegas saudáveis, provenientes das mesmas escolas. Depois, Susana analisou os grupos com duas escalas:uma media o nível de estresse no trabalho e outra, a capacidade para o trabalho.

A pesquisadora encontrou uma associação estatística entre ter distúrbios vocais e estresse provocado pela organização do trabalho — indício de que o estresse pode ser uma causa dos distúrbios vocais. O estresse era medido pelos níveis de excesso de trabalho e falta de autonomia sobre o trabalho dos professores.

Cerca de 70% daqueles que tinham problemas vocais apresentaram excesso de trabalho, mostrando que a pressão para realizá-lo era média ou alta. Já nos professores saudáveis a porcentagem era de 54,4%.
Os professores com distúrbios de voz também tiveram menor autonomia para realizar seu trabalho. Cerca de 73% dos professores com distúrbio de voz mostraram ter pouca ou média autonomia sobre o trabalho. Já nos professores sem alteração vocal, a porcentagem é de 62,1%.

“A condição de estresse é de alto desgaste”, explica Susana. Nesse nível, o professor perde a possibilidade de criar e intervir no trabalho. Ele tem muitas tarefas para desempenhar e não consegue criar soluções para os problemas que aparecem.
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Incapacidade

A pesquisa analisou os professores com um índice que media a capacidade de um trabalhador desempenhar suas tarefas em função do seu estado de saúde, capacidades físicas e mentais, e exigências do trabalho. O resultado foi que professores com distúrbio vocal tem chances de 6 a 9,5 vezes maiores de não ter condições de executar o trabalho antes de chegar à aposentadoria.

“Com o adoecimento da voz, o professor se aposenta mais cedo ou precisa sair da sala de aula, vai pra secretaria fazer trabalho burocrático. É como se o distúrbio interrompesse sua carreira precocemente. E isso reduz a satisfação com o trabalho”.

De acordo com a pesquisa, as novas políticas do governo para inclusão de alunos aumentaram a carga de trabalho dos professores, que passam a ter de ensinar alunos com níveis de conhecimento diferentes. As salas de aula também aumentaram de número e os estudantes passam mais tempo na escola. “No entanto, não aumenta a estrutura das escolas”, diz a pesquisadora. “O professor tem de dar conta sozinho de mais trabalho. Aumenta a pressão e o volume do trabalho, que vai invadindo o espaço familiar e social. O professor não dá conta de transmitir o conteúdo planejado”.

Na opinião de Suzana, o estudo pode ajudar a rever as regras da previdência social, que não reconhecem perda da voz do professor como doença relacionada ao trabalho. “A pesquisa levanta que o professor pode adoecer e ser incapacitado de trabalhar em sua função quando relaciona muito trabalho com pouca autonomia”, indica a fonoaudióloga. “Se for compreendido que isso é causado pelo trabalho, eu tenho que ter políticas públicas que reconheçam esse nexo causal. Se alguma lei compreender que o disturbio de voz está relacionado ao trabalho, o professor deixa de arcar sozinho com a doença que adquiriu”.

(1) Fonte: “Condições de produção vocal de professores da rede do município de São Paulo” – Revista dos Distúrbios da Comunicação.

Por Nilbberth Silva

quinta-feira, 11 de março de 2010

Mitos da Nutrição Esportiva


Como a nutrição esportiva é uma área que envolve a ciência do esporte, ela está sujeita a mitos e falsos juízos.

Você provavelmente já ouviu todos eles, mas sabe o que é verdade?

Mito 1: O açúcar deve ser evitado antes dos treinos e das competições
O açúcar ingerido antes das competições aumenta os níveis de glicose e insulina no sangue, o que não é ruim. O açúcar é um tipo de carboidrato. Os carboidratos ingeridos antes do exercício, provenientes do açúcar ou de bebidas, podem melhorar a performance. Um praticante de atividade física que não está abastecido fica cansado e o seu desempenho fica aquém do seu melhor.

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Mito 2: As bebidas esportivas são necessárias apenas durante os exercícios com duração superior a uma hora

As bebidas esportivas podem ser benéficas em atividades com menos de uma hora de duração, especialmente se o exercício é intenso ou acontece em climas quentes e úmidos. Os atletas profissionais não são os únicos a se beneficiarem das bebidas esportivas.

Os praticante de atividade física que jogam futebol, tênis, hóquei ou basquete podem se beneficiar dos carboidratos e eletrólitos das bebidas esportivas. A ingestão de bebidas esportivas estimula os praticantes a beberem mais, o que é importante, uma vez que a desidratação pode ocorrer durante os exercícios que duram menos de uma hora. O uso das bebidas esportivas é uma maneira fácil de melhorar o desempenho e combater a desidratação.

Mito 3: As distorções da imagem corporal acontecem apenas com as mulheres

Os homens estão cada vez mais expostos a imagens de super homens - dos corpos dos lutadores profissionais às capas das revistas. Os homens estão mais e mais insatisfeitos com a aparência física. A distorção da imagem corporal é uma preocupação exagerada com defeitos imaginários ou insignificantes e é reconhecida como um distúrbio psicológico. Muitas pessoas podem não saber que ele ocorre tanto com homens quanto com mulheres.

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Mito 4: As vitaminas e minerais fornecem energia extra aos praticantes de exercícios físicos

As vitaminas e minerais agem como fatores coadjuvantes para liberar a energia armazenada nos alimentos, mas elas não fornecem energia extra. Um programa de refeições rico em grãos, vegetais, frutas, carne e laticínios oferece energia para os praticantes de atividade. Estes alimentos também são veículos para as vitaminas e minerais que o corpo necessita para utilizar a energia. Os suplementos polivitamínicos e/ou poliminerais podem ser necessários para alguns atletas; por si só, eles não fornecem energia extra.

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Mito 5: A proporção ideal de nutrientes é 40% de carboidratos, 30% de proteínas e 30% de gorduras

Alguns programas alimentares recomendam que 40% da energia deve ser proveniente de carboidratos, 30% de proteínas e 30% de gorduras. As dietas com estas proporções podem prejudicar o desempenho, pois são baixas em calorias e carboidratos. As pesquisas indicam que os melhores programas para os praticantes de atividades são os que oferecem aproximadamente 55% a 58% de energia vinda de carboidratos, 12% a 15% de proteínas e 25% a 30% de gorduras.

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Combata os mitos da nutrição esportiva

- Seja cuidadoso com as informações fornecidas em sites comerciais se o objetivo da companhia for vender produtos e o produto não tiver a retaguarda de pesquisas.

- Procure informações de organizações respeitadas, como a American College of Sports Medicine (ASCM) e a American Dietetic Association (ADA).

- Convide um nutricionista esportivo para um workshop com a sua equipe, para a preparação de programas alimentares embasados na ciência da Nutrição.

Fonte:GSSI - Gatorade Sports Science Institute (www.gssi.com.br) 10/3/2010

segunda-feira, 8 de março de 2010

Brasil na Neve

Participação brasileira nas Olimpíadas de Inverno


Jaqueline e Ribela estreiam em Vancouver nesta segunda

Dois dos cinco atletas brasileiros que disputam esta edição Jogos Olímpicos de Inverno entraram em cena pela primeira vez, em Vancouver. Jaqueline Mourão e Leandro Ribela vão encarar aquela que é conhecida como a "maratona" da neve: o esqui cross country.

Jaqueline entra na pista no Parque Olímpico de Whistler, onde tem pela frente o percurso de 10 km. A brasileira tem no currículo a vitória na prova de Marcha Blanca, ano passado. As favoritas da prova são a polonesa Justyna Kowalczyk (campeã mundial), e a norueguesa Marit Bjorgen (prata em Turim 2006).

Já Ribelo tem um desafio um pouco mais tortuoso, e terá que percorrer os 15 km da prova, brigando com os principais nomes mundiais da modalidade: os noruegueses Petter Northug, atual campeão mundial, e Ola Vigen Hattestad, dono de seis vitórias da Copa do Mundo, além do italiano Pietro Piller Cottrer, que subiu ao pódio nas duas últimas Olimpíadas.

A brasileira Maya Harrison, de 17 anos, fechou sua participação nas Olimpíadas de Inverno, em Vancouver, com a 48 posição na prova 'Slalom Especial', da modalidade esqui alpinio. A atleta, que compete em duas provas no gelo canadense, superou as expectativas ao atingir... prova (Slalom Gigante) sofreu duas quedas e foi desclassificada, consagra-se como uma promessa brasileira para as próximas Olimpíadas de inverno.

Jogos Paraolímpicos de Inverno
Os Jogos da Paraolimpíada de Inverno de 2010 serão realizados entre 12 e 21 de Março de 2010, também em Vancouver e arredores, na província canadense da Columbia Britânica. Os Jogos Olímpicos e os Jogos Paraolímpicos de 2010 são organizados pelo Vancouver Olympic Committee (VANOC).

Onde será a próxima Olimpíada de Inverno?
Os XXII Jogos Olímpicos de Inverno serão realizados na cidade russa de Sóchi entre 7 a 23 de fevereiro de 2014. Saiba mais dos próximos Jogos Olímpicos de Inverno em XXII Jogos Olímpicos de Inverno - Sóchi 2014.

Jogos Olímpicos de Inverno
Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 foram realizados na cidade canadense de Vancouver em fevereiro de 2010.

Participaram 82 países nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010. Entre eles muitos países sem invernos rigorosos, como o Brasil. Cinco atletas representaram o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010. Esta foi a sexta participação brasileira nas Olimpíadas de Inverno. Os atletas brasileiros competiram no esqui alpino, esqui cross-country e snowboard.

Você sabe quais são os Esportes dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010?
Biatlo, Bobsleigh, Combinado nórdico, Curling, Esqui alpino, Esqui cross-country, Esqui estilo livre, Hóquei no gelo, Luge, Patinação artística, Patinação de velocidade, Patinação de velocidade em pista curta, Salto de esqui, Skeleton e Snowboard foram disputados durante a 21ª edição dos Jogos Olímpicos de Inverno (também conhecidos como Olimpíadas de Inverno de 2010), realizados em Vancouver e nas cidades próximas a sede principal. Confira os Locais das provas das Olimpíadas de Inverno de 2010. Cerca de 5,5 mil atletas de 82 países participaram de 86 eventos da Olimpíada de Inverno de 2010.

Em Vancouver 2010 o Canadá conquistou mais medalhas de Ouro, mas os Estados Unidos tiveram o maior número de medalhas. A Noruega ainda é o país com mais medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno. Confira o Quadro de Medalhas dos Jogos Olímpicos de 2010 de Vancouver.

Mascote dos Jogos Olímpicos de Inverno - Sumi, Quatchi e Miga - Vancouver, Canadá 2010
As mascotes das Olimpíadas de Vancouver 2010 representam os animais da fauna da Colúmbia Britânica (região onde serão realizados os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010) com criaturas mitológicas. Sumi (animal guardião - mascote dos Jogos Paraolímpicos), Quatchi (pé-grande) e Miga (urso polar mítico) e Mukmuk (marmota - mascote não-oficial).

Medalha dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 As Medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 tem formas diferentes. As formas ondulantes das medalhas de Vancouver são inspiradas nas montanhas da Colúmbia Britânica, oceano e neve. As faces das medalhas foram inspiradas nos primeiros povos da região. Cada medalha da Olimpíadas é única.


Desempenho e medalhas do Brasil em todos os Jogos Olímpicos de Inverno
Confira abaixo os dados, estatísticas e nome dos medalhistas do Brasil nas Olimpíadas de Inverno

Total de Medalhas do Brasil: 0
0 medalhas de ouro do Brasil
0 medalhas de prata do Brasil
0 medalhas de bronze do Brasil
Colocação no quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno: 46º

Medalhas do Brasil em todos os Jogos Olímpicos de Inverno
Jogos - Ouro - Prata - Bronze - Total - Posição
1992 - 0 - 0 - 0 - 0
1994 - 0 - 0 - 0 - 0
1998 - 0 - 0 - 0 - 0
2002 - 0 - 0 - 0 - 0
2006 - 0 - 0 - 0 - 0
2010 - 0 - 0 - 0 - 0
2014 -
Total - 0 - 0 - 0 - 0

Medalhas do Brasil por esporte em todos os Jogos Olímpicos de Inverno
Esporte - Ouro - Prata - Bronze - Total
Total - 0 - 0 - 0 - 0

Curiosidades do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno
A primeira participação do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno foi em 1992. Sete atletas (6 homens e 1 mulher) disputaram as competições de esqui alpino nos Jogos Olímpicos de Albertville na França.
Em 1994 e em 1998 o Brasil enviou apenas um atleta em cada edição, Lothar Christian Munder em 1994 e Marcelo Apovian em 1998.
O nono lugar de Isabel Clark no snowboard nos Jogos Olímpicos de 2006 é o melhor resultado brasileiro nos Jogos Olímpicos de Inverno.
Até 2006, Claudinei Quirino, Matheus Inocêncio e Jaqueline Mourão foram os atletas brasileiros que participaram tantos dos Jogos Olímpicos de Verão como dos Jogos Olímpicos de Inverno. Claudinei Quirino é medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Verão de Sydney em 2000 (revezamento 4x100m) e participou da equipe de Bobsleigh nos Jogos Olímpicos de Turim de 2006.


Destaques do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno
1992 - Albertville - Evelyn Schuler - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 40°
1992 - Albertville - Christian Lothar Munder - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 41°
1992 - Albertville - Sérgio Schuler - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 64°
1992 - Albertville - Marcelo Apovian - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 73°
1992 - Albertville - Hans Egger - Esqui Alpino - Slalom Gigante - Não terminou
1992 - Albertville - Flávio Igel - Esqui Alpino - Slalom Gigante - Não largou
1994 - Lillehammer - Christian Lothar Munder - Esqui Alpino - Super combinado - 50°
1998 - Nagano - Marcelo Apovian - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 37°
2002 - Salt Lake City - Franziska Becskehazy - E.Cross country 10km - 59°
2002 - Salt Lake City - Mirella Arnold - Esqui Alpino - Slalom gigante - 48°
2002 - Salt Lake City - Alexandre Penna - E.Cross country 50km - 59°
2002 - Salt Lake City - Nikolai Hentsch - Esqui Alpino - Slalom gigante - Desclassificado
2002 - Salt Lake City - Renato Mizoguchi - Luge - 46°
2002 - Salt Lake City - Ricardo Raschini - Luge - 45°
2002 - Salt Lake City - Equipe - Trenó/4(Bobsleigh) - 27°
2006 - Turim - Isabel Clark - Snowboard-boardercross - 9°
2006 - Turim - Jaqueline Mourão - E.Cross country 10km - 67°
2006 - Turim - Mirella Arnold - Esqui Alpino - Slalom gigante - 43°
2006 - Turim - Hélio de Freitas - E.Cross country 15km - 93°
2006 - Turim - Nikolai Hentsch - Esqui Alpino - Slalom gigante - 30°
2006 - Turim - Nikolai Hentsch - Esqui Alpino - Downhill - 43°
2006 - Turim - Equipe - Trenó/4(Bobsleigh) - 25°


Responsável pelo melhor resultado brasileiro em Jogos Olímpicos de Inverno, a nona colocação em Turim-06, a snowboarder carioca Isabel Clark volta ao cenário olímpico para disputar a prova de cross dos Jogos de Vancouver 2010. A brasileira encara a exigente pista de Cypress Mountain e mais 24 adversárias com um único objetivo: comprovar que continua evoluindo como atleta. "Eu quero sempre seguir melhorando e me desenvolvendo em todas as áreas, principalmente física, técnica e mental. Após a prova, quero ter a certeza de que fiz o meu melhor", afirma Isabel, porta-bandeira da delegação brasileira na Cerimônia de Abertura dos Jogos de Turim e Vancouver.

Equipe Brasileira nas Olimpíadas de Inverno - Vancouver 2010.
No Jogos de Inverno de Vancouver 2010, os esquiadores brasileiros que já obtiveram índice olímpico, Maya Harrisson, Jhonathan Longhi, Leandro Ribela, Jaqueline Mourao e a snowboarder Isabel Clark.
O Brasil participou do Esqui Alpino (Slalom Especial e Slalom Gigante), com Maya e Jhonathan, no Esqui Cross Country (10 km de técnica livre no feminino e 15km no masculino), com Jaqueline e Leandro e no Snowboard Cross (SBX), com Isabel Clark, nono lugar nas Olimpíadas de Inverno de Turim.

Líder do Ranking Sulamericano e Brasileiro de Snowboard Cross Country (SBX), Isabel Clark está muito bem colocada em sua categoria modalidade. A brasileira ocupa a 1ª posição do ranking que classifica apenas as 25 primeiras para Vancouver.da lista classificatória da FIS (Federação
Internacional de Ski). Ela é a única atleta sul-americana na lista.
Outra brasileira que também pretende fazer bonito é Jaqueline Mourão. Ela, que já possui índices para representar o Brasil em Vancouver no Esqui Cross Country, deve ser a primeira brasileira a participar de quatro olimpíadas (duas edições de verão e duas de inverno).


Isabel Clark
Modalidade: Snowboard

Prova: Snowboard Cross (SBX)

Data: 16/02/2010
Horário:
10:00 - Ladies' Snowboard Cross Qualification
12:15 - Ladies' Snowboard Cross Quarterfinals 12:29 - Ladies' Snowboard Cross Semifinals
12:40 - Ladies' Snowboard Cross Finals


Local de competição: Cypress Mountain


*Hora das provas em horário local
(6 horas a mais que no Brasil)

Jaqueline Mourão
Modalidade: Ski Cross Country

Prova: 10 km Free Technique

Data: 15/02/2010
Horário: 10:00h às 11:15h

Local de competição: Whistler Olympic Park

Leandro Ribela
Modalidade: Ski Cross Country

Prova: 15 km Free Technique

Data: 15/02/2010
Horário: 1:30h às 14h

Local de competição: Whistler Olympic Park


Jhonatan Longhi
Modalidade: Ski Alpino

Provas:
Giant Slalom (GS)

Data: /02/2010
10:00h às 11:45h 1 ª manga (1st run)
13:45 às 15:00h 2ª manga (2nd run)

Slalom (SL)
Data: 27/02/2010
10:00h às 11:45h 1ª manga (1st run)
13:45 às 15:10h 2ª manga (2nd run)

Local de Competição: Whistler Creekside


Maya Harrisson
Modalidade: Ski Alpino

Provas:
Giant Slalom (GS)
Data: 24/02/2010
10:00h às 11:30h 1ª manga (1st run) 13:15 às 14:30h 2ª manga (2nd run)

Slalom (SL)
Data: 26/02/2010
10:00h às 11:30h 1ª manga (1st run)
13:30 às 14:30h 2ª manga (2nd run)

Local de Competição: Whistler Creekside












Brasil vai a Copa da Àfrica com uniforme novo, ecológicamente correto...

O modelo novo deve ser utilizado pela seleção na Copa do Mundo da África e apresenta uma grande novidade, o material.

A camisa é composta por 100% de material reciclável, ecologicamente correto, dentre eles garrafas de plástico.



O país sede apresenta problemas de infraestrutura que até agora não foram sanados, o esforço é grande, para a primeira Copa no Continente.
A Copa do Mundo 2010 está chegando e a África do Sul corre para aprontar os estádios que receberão a primeira Copa na África. Ao todo, 10 estádios sediarão os jogos da Copa do Mundo, sendo que 5 deles estão sendo construídos, enquanto outros 5 passam por reformas apra atingir os padrões estabelecidos pela FIFA.
A África do Sul está investindo mais de 10 bilhões de reais nas obras.
Veja as cidades que sediarão os jogos da Copa do Mundo 2010
estadios-copa-2010
Nove cidades da África do Sul receberão os jogos da Copa do Mundo 2010. Em sentido horário, começando do topo à esquerda: Johannesburgo na província de Gauteng; Rustenburgo no noroeste; Pretoria em Gauteng; Polokwane em Limpopo; Nelspruit em Mpumalanga; Durban em KwaZulu-Natal; Port Elizabeth em Eastern Cape; Cape Town em Western Cape; e Bloemfontein em Free State.

Localização dos estádios da Copa 2010
localizacao-estadios-2010
Dez estádios serão utilizados na Copa do Mundo 2010 (em sentido horário, começando do topo à esquerda): Soccer City em Johannesburgo, Gauteng; Ellis Park em Johannesburgo, Gauteng; Royal Bafokeng Stadium em Rustenburgo, North West; Peter Mokaba Stadium em Polokwane, Limpopo; Mbombela Stadium em Nelspruit, Mpumalanga; Loftus Versveld em Pretoria, Gauteng; King Senzangakhona Stadium em Durban, KwaZulu-Natal; Nelson Mandela Stadium em Port Elizabeth, Eastern Cape; Greenpoint Stadium em Cape Town, Western Cape; e o Free State Stadium em Bloemfontein, Free State.

Todos observam o desenvolvimento deste evento pois existe um comparação com os Eventos que o Brasil sediará a Copa e Olimpíadas, nós estamos devagar apenas aguardando. Não está na hora de começarmos a AGIR?

domingo, 18 de outubro de 2009

REDE vai preparar profissionais para Copa e Olimpíadas

O Brasil definitivamente entrou para o calendário e para a história do esporte mundial, com a Copa de 2014 e com os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
REDE vai preparar profissionais para Copa e Olimpíadas Grupo educacional voltado para o esporte pretende chegar a 150 franquias e 20 mil alunos em 2010.
Já vislumbrando essa realidade, um grupo de empresários ligado ao esporte acaba de criar a Rede de Ensino Desportivo, REDE.
Tudo de olho no mercado de esporte e bem estar, considerada a terceira maior indústria mundial.
Atividade que mais cresce no mundo, este setor movimentou US$ 500 bilhões em 2007 e atingirá o patamar de US$ 1 trilhão, em 2012.
A REDE que pretende valorizar o esporte por meio da qualificação dos seus profissionais, nasce com a chancela de um patrono de peso, o professor de educação física Edson Arantes do Nascimento, ou como é mais conhecido, Pelé.
"Cuidar do corpo e da mente é ter uma boa qualidade de vida. Esse é o verdadeiro e maior patrimônio do homem", afirma Pelé.
Outra grande figura por trás desta iniciativa é o seu presidente Waldyr Soares, renomado empresário do setor de esporte, saúde e bem-estar, com 25 anos de experiência e referência na América Latina.
"É a concretização de um sonho de um grupo de empresários de educação que acreditam na ideia da democratização do ensino, com qualidade e excelência", afirma Soares, pensando já na evolução da profissionalização no segmento esportivo em função dos eventos que acontecerão no Brasil nos próximos anos.
Para 2010, Waldyr estima que a REDE terá 100 faculdades parceiras, 150 franquias por todo o Brasil e 20.000 alunos.
A REDE utilizará a tecnologia de a de ensino à distância com cursos telepresenciais de alta capacitação e a interação em tempo real entre professores e alunos, o que garante o caráter democrático do ensino.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP/MEC) registra um grande crescimento na modalidade de ensino à distância, no Brasil, com o número de cursos passando de 10, em 2000, para 349, em 2006.

O negócio é superar os obstáculos...




...e aproveitar as oportunidades que vão surgindo ou Criar novas Opções!!
Fonte:www.portalrede.com.br 13/10/2009

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Rio 2016




A decisão final sobre a candidatura do Rio de Janeiro à sede das Olimpíadas de 2016. O assunto dominou esta semana.









Muita gente a favor (dogmáticos e patriotas), muita gente contra (pragmáticos e revolucionários).

Durante muitos anos este debate aconteceu de forma acalorada, porém sem base prática nenhuma, já que nunca tínhamos sediado nenhum evento sequer parecido com os Jogos Olímpicos. Mas isso mudou em 2007 com os Jogos Pan-americanos do Rio.
Neles, tivemos a oportunidade de observar como o nosso país trata este assunto: como planejou e executou o projeto de uma grande competição multimodalidade de âmbito internacional.

Pois bem, diversas interpretações podem ser feitas sobre os fatos, e respeito a todas, mas a minha é que o Pan 2007 destruiu todos os argumentos que poderiam ser eventualmente arrolados para se defender uma nova postulação deste tipo. Numa análise minimamente isenta do que tivemos no ano retrasado, enumero:

1. Os Jogos trarão desenvolvimento urbanístico e de infra-estrutura para a cidade. Mentira: o PAN aconteceu e 95% das obras de infra-estrutura programadas para a cidade sequer saíram do papel. Transporte, moradia, segurança, tudo na mesma;

2. Os Jogos representarão um aquecimento extraordinário para a economia da cidade e até do estado. Mentira: custando cinco vezes mais do que o planejado, e precisando de forte ajuda federal, não consegui encontrar números consistentes (taxa de emprego, renda “per capita”, investimentos de médio e longo prazos) deste aquecimento no caso do PAN. Foi aquele entusiasmo apenas dos dias das competições.

3. Os Jogos deixarão um valioso legado de estruturas esportivas a serem utilizadas após os jogos pela população e/ou atletas brasileiros. Mentira: o complexo Maria Lenk e o velódromo da Barra estão “abandonados”, o Engenhão e o Ginásio Poliesportivo subutilizados sem nenhuma perspectiva de melhora, o Vôlei de praia foi realizado em arena desmontável e o Beisebol foi jogado num campo que já existia e que alagou durante as chuvas nos jogos.

4. Os Jogos favorecerão uma mudança na estrutura esportiva nacional, estadual e municipal, como novas políticas públicas de incentivo à iniciação esportiva e ao esporte de alto nível. Mentira: o PAN rolou até sem muitos erros e nada disso aconteceu. Nossos políticos e dirigentes estão muito mais preocupados com os próprios bolsos e em alimentar seu ego do que com o país.

5. Os Jogos favorecerão o envolvimento da população com outras modalidades esportivas, induzindo a população brasileira a diversificar suas preferências esportivas. Muito relativo: nos dias das provas até acontece algum envolvimento (claro!), mas acabou e voltamos a ser o país do futebol. Já está provado que para ser uma potência Olímpica, muito investimento sério e bem focado é necessário. Mesmo que num rasgo de patriotismo de nossos políticos estes investimentos fossem aprovados, a nossa endêmica corrupção nunca permitiria que eles gerassem bons resultados.

6. Todas as cidades que fizeram Olimpíadas se deram bem e saíram fortalecidas. Nem sempre: em Barcelona isso de fato aconteceu, mas em Atenas não. Montreal (primeiro mundo, heim!) 1976 enfrentou problemas e foram num desastre financeiro, pois de uma estimativa inicial de custo de US$ 310 milhões, as despesas atingiram US$ 1,5 bilhão, acarretando o descontentamento da população canadense e levando o Canadá a passar décadas até conseguir quitar os débitos contraídos para a organização do evento.

Bem acho que chega! Tirem suas próprias conclusões.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O treinamento funcional chegou à seleção brasileira de basquete



A seleção brasileira adulto masculina de basquete já aderiu ao treinamento funcional na sua preparação para a Copa América em Porto Rico, o preparador físico, Diego Jeleilate incorporou à preparação física o uso do Fitness & Sport Stride e do Body Togs, acessórios que permitem aos atletas diferentes resistências e acréscimo de carga nos movimentos específicos do jogo.


Os novos equipamentos foram aprovados pelos atletas, como Leandrinho Barbosa, também jogador do Phoenix Suns (NBA).





Na seleção feminina ainda em intensa preparação rumo à Copa América / Pré-Mundial de Cuiabá (23 a 27 de setembro) não foi diferente.


O preparador físico João Nunes também tem utilizado os dois equipamentos da KA Sports com as quinze atletas e trabalhando em ritmo forte para chegar 100% na competição, que classifica as três

melhores colocadas para o Campeonato Mundial da República Tcheca, em 2010.

Fonte:KA Sports 10/9/2009