segunda-feira, 8 de março de 2010

Brasil na Neve

Participação brasileira nas Olimpíadas de Inverno


Jaqueline e Ribela estreiam em Vancouver nesta segunda

Dois dos cinco atletas brasileiros que disputam esta edição Jogos Olímpicos de Inverno entraram em cena pela primeira vez, em Vancouver. Jaqueline Mourão e Leandro Ribela vão encarar aquela que é conhecida como a "maratona" da neve: o esqui cross country.

Jaqueline entra na pista no Parque Olímpico de Whistler, onde tem pela frente o percurso de 10 km. A brasileira tem no currículo a vitória na prova de Marcha Blanca, ano passado. As favoritas da prova são a polonesa Justyna Kowalczyk (campeã mundial), e a norueguesa Marit Bjorgen (prata em Turim 2006).

Já Ribelo tem um desafio um pouco mais tortuoso, e terá que percorrer os 15 km da prova, brigando com os principais nomes mundiais da modalidade: os noruegueses Petter Northug, atual campeão mundial, e Ola Vigen Hattestad, dono de seis vitórias da Copa do Mundo, além do italiano Pietro Piller Cottrer, que subiu ao pódio nas duas últimas Olimpíadas.

A brasileira Maya Harrison, de 17 anos, fechou sua participação nas Olimpíadas de Inverno, em Vancouver, com a 48 posição na prova 'Slalom Especial', da modalidade esqui alpinio. A atleta, que compete em duas provas no gelo canadense, superou as expectativas ao atingir... prova (Slalom Gigante) sofreu duas quedas e foi desclassificada, consagra-se como uma promessa brasileira para as próximas Olimpíadas de inverno.

Jogos Paraolímpicos de Inverno
Os Jogos da Paraolimpíada de Inverno de 2010 serão realizados entre 12 e 21 de Março de 2010, também em Vancouver e arredores, na província canadense da Columbia Britânica. Os Jogos Olímpicos e os Jogos Paraolímpicos de 2010 são organizados pelo Vancouver Olympic Committee (VANOC).

Onde será a próxima Olimpíada de Inverno?
Os XXII Jogos Olímpicos de Inverno serão realizados na cidade russa de Sóchi entre 7 a 23 de fevereiro de 2014. Saiba mais dos próximos Jogos Olímpicos de Inverno em XXII Jogos Olímpicos de Inverno - Sóchi 2014.

Jogos Olímpicos de Inverno
Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 foram realizados na cidade canadense de Vancouver em fevereiro de 2010.

Participaram 82 países nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010. Entre eles muitos países sem invernos rigorosos, como o Brasil. Cinco atletas representaram o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010. Esta foi a sexta participação brasileira nas Olimpíadas de Inverno. Os atletas brasileiros competiram no esqui alpino, esqui cross-country e snowboard.

Você sabe quais são os Esportes dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010?
Biatlo, Bobsleigh, Combinado nórdico, Curling, Esqui alpino, Esqui cross-country, Esqui estilo livre, Hóquei no gelo, Luge, Patinação artística, Patinação de velocidade, Patinação de velocidade em pista curta, Salto de esqui, Skeleton e Snowboard foram disputados durante a 21ª edição dos Jogos Olímpicos de Inverno (também conhecidos como Olimpíadas de Inverno de 2010), realizados em Vancouver e nas cidades próximas a sede principal. Confira os Locais das provas das Olimpíadas de Inverno de 2010. Cerca de 5,5 mil atletas de 82 países participaram de 86 eventos da Olimpíada de Inverno de 2010.

Em Vancouver 2010 o Canadá conquistou mais medalhas de Ouro, mas os Estados Unidos tiveram o maior número de medalhas. A Noruega ainda é o país com mais medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno. Confira o Quadro de Medalhas dos Jogos Olímpicos de 2010 de Vancouver.

Mascote dos Jogos Olímpicos de Inverno - Sumi, Quatchi e Miga - Vancouver, Canadá 2010
As mascotes das Olimpíadas de Vancouver 2010 representam os animais da fauna da Colúmbia Britânica (região onde serão realizados os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010) com criaturas mitológicas. Sumi (animal guardião - mascote dos Jogos Paraolímpicos), Quatchi (pé-grande) e Miga (urso polar mítico) e Mukmuk (marmota - mascote não-oficial).

Medalha dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 As Medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 tem formas diferentes. As formas ondulantes das medalhas de Vancouver são inspiradas nas montanhas da Colúmbia Britânica, oceano e neve. As faces das medalhas foram inspiradas nos primeiros povos da região. Cada medalha da Olimpíadas é única.


Desempenho e medalhas do Brasil em todos os Jogos Olímpicos de Inverno
Confira abaixo os dados, estatísticas e nome dos medalhistas do Brasil nas Olimpíadas de Inverno

Total de Medalhas do Brasil: 0
0 medalhas de ouro do Brasil
0 medalhas de prata do Brasil
0 medalhas de bronze do Brasil
Colocação no quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno: 46º

Medalhas do Brasil em todos os Jogos Olímpicos de Inverno
Jogos - Ouro - Prata - Bronze - Total - Posição
1992 - 0 - 0 - 0 - 0
1994 - 0 - 0 - 0 - 0
1998 - 0 - 0 - 0 - 0
2002 - 0 - 0 - 0 - 0
2006 - 0 - 0 - 0 - 0
2010 - 0 - 0 - 0 - 0
2014 -
Total - 0 - 0 - 0 - 0

Medalhas do Brasil por esporte em todos os Jogos Olímpicos de Inverno
Esporte - Ouro - Prata - Bronze - Total
Total - 0 - 0 - 0 - 0

Curiosidades do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno
A primeira participação do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno foi em 1992. Sete atletas (6 homens e 1 mulher) disputaram as competições de esqui alpino nos Jogos Olímpicos de Albertville na França.
Em 1994 e em 1998 o Brasil enviou apenas um atleta em cada edição, Lothar Christian Munder em 1994 e Marcelo Apovian em 1998.
O nono lugar de Isabel Clark no snowboard nos Jogos Olímpicos de 2006 é o melhor resultado brasileiro nos Jogos Olímpicos de Inverno.
Até 2006, Claudinei Quirino, Matheus Inocêncio e Jaqueline Mourão foram os atletas brasileiros que participaram tantos dos Jogos Olímpicos de Verão como dos Jogos Olímpicos de Inverno. Claudinei Quirino é medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Verão de Sydney em 2000 (revezamento 4x100m) e participou da equipe de Bobsleigh nos Jogos Olímpicos de Turim de 2006.


Destaques do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno
1992 - Albertville - Evelyn Schuler - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 40°
1992 - Albertville - Christian Lothar Munder - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 41°
1992 - Albertville - Sérgio Schuler - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 64°
1992 - Albertville - Marcelo Apovian - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 73°
1992 - Albertville - Hans Egger - Esqui Alpino - Slalom Gigante - Não terminou
1992 - Albertville - Flávio Igel - Esqui Alpino - Slalom Gigante - Não largou
1994 - Lillehammer - Christian Lothar Munder - Esqui Alpino - Super combinado - 50°
1998 - Nagano - Marcelo Apovian - Esqui Alpino - Slalom Gigante - 37°
2002 - Salt Lake City - Franziska Becskehazy - E.Cross country 10km - 59°
2002 - Salt Lake City - Mirella Arnold - Esqui Alpino - Slalom gigante - 48°
2002 - Salt Lake City - Alexandre Penna - E.Cross country 50km - 59°
2002 - Salt Lake City - Nikolai Hentsch - Esqui Alpino - Slalom gigante - Desclassificado
2002 - Salt Lake City - Renato Mizoguchi - Luge - 46°
2002 - Salt Lake City - Ricardo Raschini - Luge - 45°
2002 - Salt Lake City - Equipe - Trenó/4(Bobsleigh) - 27°
2006 - Turim - Isabel Clark - Snowboard-boardercross - 9°
2006 - Turim - Jaqueline Mourão - E.Cross country 10km - 67°
2006 - Turim - Mirella Arnold - Esqui Alpino - Slalom gigante - 43°
2006 - Turim - Hélio de Freitas - E.Cross country 15km - 93°
2006 - Turim - Nikolai Hentsch - Esqui Alpino - Slalom gigante - 30°
2006 - Turim - Nikolai Hentsch - Esqui Alpino - Downhill - 43°
2006 - Turim - Equipe - Trenó/4(Bobsleigh) - 25°


Responsável pelo melhor resultado brasileiro em Jogos Olímpicos de Inverno, a nona colocação em Turim-06, a snowboarder carioca Isabel Clark volta ao cenário olímpico para disputar a prova de cross dos Jogos de Vancouver 2010. A brasileira encara a exigente pista de Cypress Mountain e mais 24 adversárias com um único objetivo: comprovar que continua evoluindo como atleta. "Eu quero sempre seguir melhorando e me desenvolvendo em todas as áreas, principalmente física, técnica e mental. Após a prova, quero ter a certeza de que fiz o meu melhor", afirma Isabel, porta-bandeira da delegação brasileira na Cerimônia de Abertura dos Jogos de Turim e Vancouver.

Equipe Brasileira nas Olimpíadas de Inverno - Vancouver 2010.
No Jogos de Inverno de Vancouver 2010, os esquiadores brasileiros que já obtiveram índice olímpico, Maya Harrisson, Jhonathan Longhi, Leandro Ribela, Jaqueline Mourao e a snowboarder Isabel Clark.
O Brasil participou do Esqui Alpino (Slalom Especial e Slalom Gigante), com Maya e Jhonathan, no Esqui Cross Country (10 km de técnica livre no feminino e 15km no masculino), com Jaqueline e Leandro e no Snowboard Cross (SBX), com Isabel Clark, nono lugar nas Olimpíadas de Inverno de Turim.

Líder do Ranking Sulamericano e Brasileiro de Snowboard Cross Country (SBX), Isabel Clark está muito bem colocada em sua categoria modalidade. A brasileira ocupa a 1ª posição do ranking que classifica apenas as 25 primeiras para Vancouver.da lista classificatória da FIS (Federação
Internacional de Ski). Ela é a única atleta sul-americana na lista.
Outra brasileira que também pretende fazer bonito é Jaqueline Mourão. Ela, que já possui índices para representar o Brasil em Vancouver no Esqui Cross Country, deve ser a primeira brasileira a participar de quatro olimpíadas (duas edições de verão e duas de inverno).


Isabel Clark
Modalidade: Snowboard

Prova: Snowboard Cross (SBX)

Data: 16/02/2010
Horário:
10:00 - Ladies' Snowboard Cross Qualification
12:15 - Ladies' Snowboard Cross Quarterfinals 12:29 - Ladies' Snowboard Cross Semifinals
12:40 - Ladies' Snowboard Cross Finals


Local de competição: Cypress Mountain


*Hora das provas em horário local
(6 horas a mais que no Brasil)

Jaqueline Mourão
Modalidade: Ski Cross Country

Prova: 10 km Free Technique

Data: 15/02/2010
Horário: 10:00h às 11:15h

Local de competição: Whistler Olympic Park

Leandro Ribela
Modalidade: Ski Cross Country

Prova: 15 km Free Technique

Data: 15/02/2010
Horário: 1:30h às 14h

Local de competição: Whistler Olympic Park


Jhonatan Longhi
Modalidade: Ski Alpino

Provas:
Giant Slalom (GS)

Data: /02/2010
10:00h às 11:45h 1 ª manga (1st run)
13:45 às 15:00h 2ª manga (2nd run)

Slalom (SL)
Data: 27/02/2010
10:00h às 11:45h 1ª manga (1st run)
13:45 às 15:10h 2ª manga (2nd run)

Local de Competição: Whistler Creekside


Maya Harrisson
Modalidade: Ski Alpino

Provas:
Giant Slalom (GS)
Data: 24/02/2010
10:00h às 11:30h 1ª manga (1st run) 13:15 às 14:30h 2ª manga (2nd run)

Slalom (SL)
Data: 26/02/2010
10:00h às 11:30h 1ª manga (1st run)
13:30 às 14:30h 2ª manga (2nd run)

Local de Competição: Whistler Creekside












Brasil vai a Copa da Àfrica com uniforme novo, ecológicamente correto...

O modelo novo deve ser utilizado pela seleção na Copa do Mundo da África e apresenta uma grande novidade, o material.

A camisa é composta por 100% de material reciclável, ecologicamente correto, dentre eles garrafas de plástico.



O país sede apresenta problemas de infraestrutura que até agora não foram sanados, o esforço é grande, para a primeira Copa no Continente.
A Copa do Mundo 2010 está chegando e a África do Sul corre para aprontar os estádios que receberão a primeira Copa na África. Ao todo, 10 estádios sediarão os jogos da Copa do Mundo, sendo que 5 deles estão sendo construídos, enquanto outros 5 passam por reformas apra atingir os padrões estabelecidos pela FIFA.
A África do Sul está investindo mais de 10 bilhões de reais nas obras.
Veja as cidades que sediarão os jogos da Copa do Mundo 2010
estadios-copa-2010
Nove cidades da África do Sul receberão os jogos da Copa do Mundo 2010. Em sentido horário, começando do topo à esquerda: Johannesburgo na província de Gauteng; Rustenburgo no noroeste; Pretoria em Gauteng; Polokwane em Limpopo; Nelspruit em Mpumalanga; Durban em KwaZulu-Natal; Port Elizabeth em Eastern Cape; Cape Town em Western Cape; e Bloemfontein em Free State.

Localização dos estádios da Copa 2010
localizacao-estadios-2010
Dez estádios serão utilizados na Copa do Mundo 2010 (em sentido horário, começando do topo à esquerda): Soccer City em Johannesburgo, Gauteng; Ellis Park em Johannesburgo, Gauteng; Royal Bafokeng Stadium em Rustenburgo, North West; Peter Mokaba Stadium em Polokwane, Limpopo; Mbombela Stadium em Nelspruit, Mpumalanga; Loftus Versveld em Pretoria, Gauteng; King Senzangakhona Stadium em Durban, KwaZulu-Natal; Nelson Mandela Stadium em Port Elizabeth, Eastern Cape; Greenpoint Stadium em Cape Town, Western Cape; e o Free State Stadium em Bloemfontein, Free State.

Todos observam o desenvolvimento deste evento pois existe um comparação com os Eventos que o Brasil sediará a Copa e Olimpíadas, nós estamos devagar apenas aguardando. Não está na hora de começarmos a AGIR?

domingo, 18 de outubro de 2009

REDE vai preparar profissionais para Copa e Olimpíadas

O Brasil definitivamente entrou para o calendário e para a história do esporte mundial, com a Copa de 2014 e com os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
REDE vai preparar profissionais para Copa e Olimpíadas Grupo educacional voltado para o esporte pretende chegar a 150 franquias e 20 mil alunos em 2010.
Já vislumbrando essa realidade, um grupo de empresários ligado ao esporte acaba de criar a Rede de Ensino Desportivo, REDE.
Tudo de olho no mercado de esporte e bem estar, considerada a terceira maior indústria mundial.
Atividade que mais cresce no mundo, este setor movimentou US$ 500 bilhões em 2007 e atingirá o patamar de US$ 1 trilhão, em 2012.
A REDE que pretende valorizar o esporte por meio da qualificação dos seus profissionais, nasce com a chancela de um patrono de peso, o professor de educação física Edson Arantes do Nascimento, ou como é mais conhecido, Pelé.
"Cuidar do corpo e da mente é ter uma boa qualidade de vida. Esse é o verdadeiro e maior patrimônio do homem", afirma Pelé.
Outra grande figura por trás desta iniciativa é o seu presidente Waldyr Soares, renomado empresário do setor de esporte, saúde e bem-estar, com 25 anos de experiência e referência na América Latina.
"É a concretização de um sonho de um grupo de empresários de educação que acreditam na ideia da democratização do ensino, com qualidade e excelência", afirma Soares, pensando já na evolução da profissionalização no segmento esportivo em função dos eventos que acontecerão no Brasil nos próximos anos.
Para 2010, Waldyr estima que a REDE terá 100 faculdades parceiras, 150 franquias por todo o Brasil e 20.000 alunos.
A REDE utilizará a tecnologia de a de ensino à distância com cursos telepresenciais de alta capacitação e a interação em tempo real entre professores e alunos, o que garante o caráter democrático do ensino.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP/MEC) registra um grande crescimento na modalidade de ensino à distância, no Brasil, com o número de cursos passando de 10, em 2000, para 349, em 2006.

O negócio é superar os obstáculos...




...e aproveitar as oportunidades que vão surgindo ou Criar novas Opções!!
Fonte:www.portalrede.com.br 13/10/2009

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Rio 2016




A decisão final sobre a candidatura do Rio de Janeiro à sede das Olimpíadas de 2016. O assunto dominou esta semana.









Muita gente a favor (dogmáticos e patriotas), muita gente contra (pragmáticos e revolucionários).

Durante muitos anos este debate aconteceu de forma acalorada, porém sem base prática nenhuma, já que nunca tínhamos sediado nenhum evento sequer parecido com os Jogos Olímpicos. Mas isso mudou em 2007 com os Jogos Pan-americanos do Rio.
Neles, tivemos a oportunidade de observar como o nosso país trata este assunto: como planejou e executou o projeto de uma grande competição multimodalidade de âmbito internacional.

Pois bem, diversas interpretações podem ser feitas sobre os fatos, e respeito a todas, mas a minha é que o Pan 2007 destruiu todos os argumentos que poderiam ser eventualmente arrolados para se defender uma nova postulação deste tipo. Numa análise minimamente isenta do que tivemos no ano retrasado, enumero:

1. Os Jogos trarão desenvolvimento urbanístico e de infra-estrutura para a cidade. Mentira: o PAN aconteceu e 95% das obras de infra-estrutura programadas para a cidade sequer saíram do papel. Transporte, moradia, segurança, tudo na mesma;

2. Os Jogos representarão um aquecimento extraordinário para a economia da cidade e até do estado. Mentira: custando cinco vezes mais do que o planejado, e precisando de forte ajuda federal, não consegui encontrar números consistentes (taxa de emprego, renda “per capita”, investimentos de médio e longo prazos) deste aquecimento no caso do PAN. Foi aquele entusiasmo apenas dos dias das competições.

3. Os Jogos deixarão um valioso legado de estruturas esportivas a serem utilizadas após os jogos pela população e/ou atletas brasileiros. Mentira: o complexo Maria Lenk e o velódromo da Barra estão “abandonados”, o Engenhão e o Ginásio Poliesportivo subutilizados sem nenhuma perspectiva de melhora, o Vôlei de praia foi realizado em arena desmontável e o Beisebol foi jogado num campo que já existia e que alagou durante as chuvas nos jogos.

4. Os Jogos favorecerão uma mudança na estrutura esportiva nacional, estadual e municipal, como novas políticas públicas de incentivo à iniciação esportiva e ao esporte de alto nível. Mentira: o PAN rolou até sem muitos erros e nada disso aconteceu. Nossos políticos e dirigentes estão muito mais preocupados com os próprios bolsos e em alimentar seu ego do que com o país.

5. Os Jogos favorecerão o envolvimento da população com outras modalidades esportivas, induzindo a população brasileira a diversificar suas preferências esportivas. Muito relativo: nos dias das provas até acontece algum envolvimento (claro!), mas acabou e voltamos a ser o país do futebol. Já está provado que para ser uma potência Olímpica, muito investimento sério e bem focado é necessário. Mesmo que num rasgo de patriotismo de nossos políticos estes investimentos fossem aprovados, a nossa endêmica corrupção nunca permitiria que eles gerassem bons resultados.

6. Todas as cidades que fizeram Olimpíadas se deram bem e saíram fortalecidas. Nem sempre: em Barcelona isso de fato aconteceu, mas em Atenas não. Montreal (primeiro mundo, heim!) 1976 enfrentou problemas e foram num desastre financeiro, pois de uma estimativa inicial de custo de US$ 310 milhões, as despesas atingiram US$ 1,5 bilhão, acarretando o descontentamento da população canadense e levando o Canadá a passar décadas até conseguir quitar os débitos contraídos para a organização do evento.

Bem acho que chega! Tirem suas próprias conclusões.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O treinamento funcional chegou à seleção brasileira de basquete



A seleção brasileira adulto masculina de basquete já aderiu ao treinamento funcional na sua preparação para a Copa América em Porto Rico, o preparador físico, Diego Jeleilate incorporou à preparação física o uso do Fitness & Sport Stride e do Body Togs, acessórios que permitem aos atletas diferentes resistências e acréscimo de carga nos movimentos específicos do jogo.


Os novos equipamentos foram aprovados pelos atletas, como Leandrinho Barbosa, também jogador do Phoenix Suns (NBA).





Na seleção feminina ainda em intensa preparação rumo à Copa América / Pré-Mundial de Cuiabá (23 a 27 de setembro) não foi diferente.


O preparador físico João Nunes também tem utilizado os dois equipamentos da KA Sports com as quinze atletas e trabalhando em ritmo forte para chegar 100% na competição, que classifica as três

melhores colocadas para o Campeonato Mundial da República Tcheca, em 2010.

Fonte:KA Sports 10/9/2009

domingo, 30 de agosto de 2009

Jogos Adaptados

Temos observado nos últimos anos uma crescente procura de crianças e adolescentes pelas “escolinhas” ou centros de iniciação esportiva, devido, entre outros motivos, a crescente urbanização, que tem entre outras conseqüências, a diminuição dos espaços livres voltados as práticas de atividades físicas próprias da infância, aliado também pela crescente valorização do esporte como promotor de saúde e transmissor de valores salutares .
Estes aspectos, infelizmente, algumas vezes não passam de falácias, visto que em alguns casos, a ânsia pela vitória fala mais alto, utilizando de programas de treinamento muitas vezes não compatíveis com características e necessidades bio-psico-sociais da faixa etária.
Na prática são identificados vários fatores:
  • como a busca de resultados a curto prazo
  • especialização precoce
  • carência de planejamento
  • fragmentação do ensino dos conteúdos.

No entanto, o ensino dos esportes coletivos deve ser concebido como um processo na busca da aprendizagem prazerosa, tornando-se necessário a procura por pedagogias que possam superar as metodologias já existentes, principalmente as tradicionais, com a mera repetição de gestos dos fundamentos das modalidades.
Assim, observarmos uma valorização considerável do esporte como promotor de saúde e desenvolvimento social, o que conseqüentemente gera discussões sobre as metodologias de ensino-aprendizagem dos esportes com inúmeros temas a serem debatidos.

Portanto, é de fundamental importância a inclusão na pedagogia da iniciação esportiva, a aprendizagem através dos jogos adaptados, modificando:
  1. a dimensão do campo de jogo
  2. o tempo de duração
  3. as distâncias
  4. os materiais
  5. as regras
  6. o alvo e o instrumento
  7. devendo ser adequados ao tipo de atividade
  8. a idade
  9. as etapas da aprendizagem
  10. e o nível de maturação dos praticantes .

Desenvolvimento da criança

O desenvolvimento do ser humano envolve três dimensões:

  • psicomotor
  • cognitivo
  • afetivo-social .
Os três estão indissociavelmente interligadas e sua divisão é meramente didática, e considera-las como tal é fundamental para um formação integral do aluno.


A criança e o adolescente devem ser considerados como seres únicos e particulares e não como adultos miniaturas e devem ser respeitados em suas várias fases de desenvolvimento, assim como em seus anseios, temores, expectativas e necessidades.

Dimensão Psicomotora
Este domínio envolve a organização do corpo e do movimento do indivíduo no tempo e no espaço. Neste aspecto Farinatti (1995 p. 35) cita que:
“O repertório de movimentos de uma criança reflete mudanças universais, sistemáticas e sucessivas, fruto do amadurecimento das estruturas do sistema nervoso central e de sua integração com o sistema motor”.
Este domínio está relacionado com os fundamentos técnicos, bem como com as capacidades físicas e coordenativas.
A capacidade motora é um dos eixos fundamentais para o rendimento esportivo, fazendo com que o iniciante possa estar apto a organizar da melhor forma possível uma composição complexa de qualquer movimento, a fim de permitir as partes do corpo trabalharem coordenadamente .

Os jogos recreativos na iniciação são importantes na medida em que propiciam o desenvolvimento das capacidades físicas e coordenativas, além da aprendizagem e do aperfeiçoamento dos fundamentos técnicos específicos da modalidade esportiva, contribuindo para a melhoria do domínio psicomotor

Dimensão Cognitiva
Esta dimensão envolve todos os processos cognitivos ou do pensamento (raciocínio).
Nesta dimensão é muito importante a capacidade de perceber e antecipar os estímulos, a fim de gerar uma tomada de decisão eficaz .
Nesta dimensão, que tem relação direta com o intelecto e raciocínio, Greco e Benda (1998) considera alguns componentes, como:
  • percepção
  • antecipação
  • tomada de decisão
  • memória motora
  • imaginação do movimento
  • e capacidade de reação como pilares para o aprendizado de soluções de problemas
  • e desenvolvimento da capacidade tática.

Portanto, o domínio cognitivo tem uma relação direta com as movimentações táticas ofensivas e defensivas, ou seja, com uma perspectiva do desenvolvimento da competência objetiva , que seria a capacidade do aluno se apropriar de conhecimentos e noções do jogo que lhe permita realizar este de forma própria e eficiente.

Dimensão Afetivo-Social
Este domínio diz respeito ao agir, interagir e reagir com outras pessoas, envolvendo sentimentos (Guerra, 1996). Como o homem é um ser social, que vive em comunidade, ele tem que se relacionar com outras pessoas, neste relacionar-se com o outro, surgem inúmeras situações de conflitos, que são importantes na medida em que se possibilitem aos alunos tenta-las resolver, desenvolvendo suas competências comunicativas e sociais .

Segundo Mutti (2003), a criança ao se envolver com a prática esportiva se envolve com um plano social mais amplo do que familiar, e isto é importante, pois a criança sente a necessidade de pertencer a um grupo, realizar trabalhos em equipe e conseguir êxitos sociais.
Neste sentido, os jogos recreativos colocam o iniciante frente a desafios sociais a serem vencidos, pois ele tem que resolver problemas que o jogo lhe apresenta de forma coletiva e individual, discutindo/estabelecendo regras e agindo de comum acordo com os colegas da equipe.

O papel do professor
O processo ensino-aprendizagem da iniciação esportiva está diretamente relacionado com o professor, pois é ele que orienta e estimula os alunos. Assim, o desenvolvimento do planejamento de trabalho depende muito de sua atuação, principalmente da sua conduta profissional e dos objetivos que ele pretende alcançar com o processo; de seus princípios pedagógicos; da filosofia de trabalho; do respeito pelos interesses; das individualidades; e, das características de cada aluno.
O professor deve aliar o conhecimento teórico com o prático, exercendo liderança para que o processo ensino-aprendizagem se desenvolva de forma eficiente.
Para isso, são necessários:
  • equilíbrio emocional;
  • organização;
  • capacidade de transmitir bem seus conhecimentos;
  • um relacionamento equilibrado com seus alunos.
Cinco são os aspectos que devem ser considerados na implementação do planejamento de trabalho:
Saber o que ensina:
conhecer e dominar com suficiência todos os aspectos inerentes aos assuntos fundamentais da modalidade esportiva, de forma a respeitar o tempo apropriado para a estimulação de cada qualidade física.
Saber como ensina: saber transmitir os seus conhecimentos e ser capaz de motivar e estimular os alunos, para que eles os apliquem com interesse e entusiasmo, tendo claros os objetivos aos quais quer alcançar;
Saber aplicar as técnicas e os métodos adequados no treinamento e na aprendizagem: saber o momento e, em qual atividade, determinado método de ensino é mais eficiente e se a atividade proposta está de acordo com o nível de maturação do aluno, levando em conta as fases sensíveis do desenvolvimento e as necessidades e interesses dos alunos.
Saber intervir na educação dos alunos: desenvolver as qualidades de modo a participar na formação do caráter e da personalidade do aluno.


Em especial, demonstrando uma posição ética e de compromisso com a transformação social.


Estar aberto as experiências e espectativas dos alunos: valorizar e oportunizar a participação ativa dos alunos durante o desenvolvimento das atividades, o professor deve abandonar a postura de detentor do conhecimento, e abrir possibilidades para novas interpretações e soluções de problemas não previstos .
A atitude do professor condiciona a aprendizagem de todos os fatores inerentes à prática dos esportes.

Não se deve valorizar excessivamente o sucesso e ou fracasso, além de ser tolerante e paciente diante das dificuldades e dos erros, pois cada pessoa aprende de forma individualizada e num ritmo próprio.

Por isso, deve informar corretamente qual o erro cometido pelo aluno e passar informações e tarefas claras e objetivas que facilitem a sua correção.

Para Mutti (2003) os alunos aprendem muito mais rapidamente quando têm a exata noção do objetivo que se pretende atingir, e neste ponto o professor precisa ser bastante claro em suas explicações e estar sempre disposto a oferecer o máximo de suas possibilidades. A auto-estima é importante, pois, além de favorecer a aprendizagem, fazendo com que o iniciante tenha a capacidade de desempenhar com coragem, confiança e segurança uma determinada tarefa, contribui para que ele si sinta bem socialmente.

No que se refere à forma de relacionamento com os outros, é importante salientar a necessidade de interação com o grupo e/ou companheiro dentro do processo ensino-aprendizagem.
É importante frisar que a iniciação esportiva cumprirá adequadamente a sua função quando se fundamentar em princípios pedagógicos e estiver em consonância com o crescimento e desenvolvimento infantil, respeitando as características, anseios e necessidades do iniciante, bem como os níveis ótimos de cada faixa etária, facilitando a aprendizagem e o desenvolvimento esportivo e pessoal (Paes, 1989; Freire, 1998).

Jogos Adaptados

Um dos maiores desafios no trabalho de iniciação esportiva é manter a motivação dos alunos no desenvolvimento de todos os componentes que envolvem a prática das modalidades esportivas, tanto no que se refere aos fundamentos técnicos, quanto das movimentações ofensivas e defensivas.


É comum o aluno desejar apenas praticar o jogo formal, o que interfere na evasão das escolinhas.

O professor, independentemente do objetivo, quando planejar o trabalho, deve incluir todos os componentes inerentes à modalidade esportiva que estiver sendo desenvolvida, em consonância com um perfil lúdico .


Neste sentido, torna-se necessário selecionar os métodos de ensino que melhor se enquadrem para uma determinada atividade, buscando novos procedimentos pedagógicos, com vistas a facilitar o aprendizado.

Do ponto de vista metodológico, devem-se ser levados em conta alguns aspectos como: número de alunos no ataque ou na defesa e quanto aos materiais utilizados (que deve ser o mais variado possível), a fim de criar variações na estrutura das regras, como dimensão do gol, do campo, da quadra ou zonas delimitadas .

Na sua estrutura, é importante que eles tenham uma seqüência objetiva, construída a partir de aspectos metodológicos, partindo do mais simples para o mais complexo e do fácil para o difícil, e cada vez mais com velocidade.


Isto dependerá do nível de habilidade técnica do grupo, da experiência motora, da capacidade cognitiva e dos objetivos a serem alcançados.

A aprendizagem e o aperfeiçoamento dos fundamentos técnicos dos esportes coletivos são importantes e fundamentais para o processo de ensino, entretanto, se o professor não aplicar um método que motive seus alunos para o desenvolvimento destes fundamentos, sua aula pode se tornar desinteressante, levando o aluno à não participar das atividades.

Um dos métodos mais eficientes na motivação dos alunos são os jogos adaptados que, quando trabalhados de forma simultânea com os conteúdos ministrados, contribuem para a melhoria da aprendizagem .

O ensino dos fundamentos técnicos e das movimentações tático-ofensivas e defensivas torna-se mais atraentes, bem como a aprendizagem mais dinâmica.

Os alunos resolvem problemas, encontrando diversas soluções e desenvolvendo seu raciocínio através de estímulos e desafios.
Contudo, o jogo deve desenvolver-se num programa integral de educação do indivíduo, devendo ser praticado de uma forma construtiva e não como uma série de atividades sem sentido, tendo como objetivos o desenvolvimento de capacidades físicas, coordenativas e intelectuais.

Bem como, deve dar condições de que o aluno possa se apropriar destes em seus momentos de lazer, dando vazão as suas necessidades de movimento e expressão.
Assim, surge a proposta para o ensino do futebol, tomando como referência a idéia do jogo, no qual as situações de exercícios da técnica aparecem claramente nas situações táticas, simplificando o jogo formal para jogos reduzidos e relacionando situações de jogo com o propriamente dito.
Na aprendizagem dos fundamentos técnicos dos esportes, a vantagem dos jogos é que os alunos parecem aprender mais quando podem se movimentar, ao invés de ficarem executando um determinado fundamento de forma estática e/ou monótona.
Os elementos da técnica e tática podem ser trabalhados especialmente na formação básica dos alunos que estão se iniciando nos esportes, introduzindo atividades para o aperfeiçoamento dos movimentos, a fim de que, mesmo diante da velocidade e da ansiedade do jogo, possam praticar corretamente os fundamentos específicos da modalidade.
Os jogos permitem a repetição de determinados momentos de uma partida, para que cada aluno tenha maior contato com a bola e se envolva mais vezes na resolução de um desafio técnico ou tático.

Conseqüentemente, aumenta a intensidade da aula, tornando-a mais interessante.

Através da variação do número de alunos, um exercício de passe pode ser simplificado. Ao mesmo tempo, a desproporção numérica intensifica o trabalho de defesa.
Daí a importância dos jogos como método eficiente para o processo ensino-aprendizagem dos esportes, pois o entusiasmo de aprendizagem e a prontidão de entrada e de rendimento geralmente são grandes .

Alm disto, a participação em grupo representa uma conquista cognitiva, emocional, moral e social para os alunos e uma preparação para a vida coletiva, em especial, quando esta participação esta de acordo com princípios de cooperação e discussão/transformação dos conflitos que emergem do convívio em grupo.

Neste sentido, cabe ao professor analisar a potencialidade educativa dos diferentes jogos e o objetivo que se deseja desenvolver.
Considerações finais
A iniciação básica dos esportes é uma das etapas mais importantes que pode ocorrer em escolinhas e clubes.
É nesta etapa que o praticante vai adquirir os conhecimentos e as capacidades físicas, técnicas e táticas necessárias para a prática das modalidades esportivas.
Os jogos adaptados têm um papel fundamental neste contexto, na medida em que proporciona uma formação mais multilateral e contribui para a assimilação dos fundamentos técnicos e das movimentações táticas básicas ofensivas e defensivas do futebol.

Atribui-se ainda aos jogos recreativos a possibilidade de respeito a individualidade e aos interesses dos praticantes, tornando o aprendizado fundamentalmente mais lúdico, dando a oportunidade dos alunos participarem mais ativamente do processo de ensino-aprendizagem.
Entretanto, na prática, são identificados vários fatores, como:

  • a busca de resultados em curto prazo;
  • especialização precoce;
  • carência de planejamento;
  • fragmentação do ensino dos conteúdos.
Desta forma, o ensino dos esportes coletivos deve ser concebido como um processo e sua prática devem possibilitar intervenções quanto à cooperação, convivência, participação e inclusão compatíveis com características e necessidades bio-psico-sociais de cada faixa etária.

Nota
Ao menos uma parcela da população que podem pagar pela prática esportivas, ou ainda aquelas crianças e adolescentes que são amparados pelos projetos governamentais e pelas ONG’S.

Exemplo de jogos adaptados
1- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.
2- Material: 15 Balões por equipe.
3- Desenvolvimento:- O animador divide o grupo em equipes. Cada uma delas escolhe umrepresentante para o concurso de "Mister Balão".
A um sinal do animador,cada equipe procura "rechear" seu candidato até que fique repleto de balões.Dispõem de três minutos para executá-lo. Ganha a equipe que conseguir"rechear"seu representante com o maior número de balões.
O exercício é epetido por diversas vezes.
Referências bibliográficas
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Técnicos terão de fazer curso e obter uma licença da CBF para exercer a profissão Pelo menos é o que a CBF pretende fazer no futuro, ainda que não t

Responda rápido oque estes técnicos têm em comum?

Se você respondeu formação acadêmica acertou.Mas a grande maioria não é assim. O assunto é Polêmico, pois nem sempre técnicos vencedores tem uma formação formal alguns repetem oque aprenderam enquanto jogadores ou torcedores.


Técnicos terão de fazer curso e obter uma licença da CBF para exercer a profissão

Pelo menos é o que a CBF pretende fazer no futuro, ainda que não tenha definido datas para que a medida se torne uma exigência. Seguindo orientação da Fifa, a entidade que comanda o futebol verde-amarelo iniciou o trabalho para regulamentação dos treinadores, conforme noticiou o jornal a Folha de S. Paulo nesta terça-feira.

A intenção da CBF é que o diploma e a licença sejam obrigatórios em breve.



O pontapé inicial já foi dado. No fim de 2008, a CBF acertou parceria com a PUC de Minas para montar um curso de treinadores de futebol.


A estrutura ainda está em fase experimental, com três módulos: para técnicos de crianças, de adolescentes e de jogadores profissionais.


Cada um tem 320 horas de aulas.

O primeiro módulo para crianças já começou em julho deste ano, o segundo está previsto para janeiro de 2010 e o destinado a profissionais deve ter início na metade do ano que vem.

Em um primeiro momento, os que quiserem participar do curso terão de atender a algum destes pré-requisitos:

  • ter diploma em algum curso de nível superior, preferencialmente em Educação Física;
  • ser um ex-jogador com experiência na função de técnico;
  • ter exercido a profissão durante um bom tempo
  • ou ser federado em seu Estado.


Depois, os novos pré-requisitos serão reavaliados e podem sofrer modificações.


Os técnicos terão aulas como legislação esportiva, primeiros socorros em medicina esportiva, psicologia, gestão esportiva, entre outros temas.


Agora é torcer para que o salário milionário destes profissionais também cheguem aos demais colegas da área, pois a grande maioria já fez tudo que eles ainda vão fazer.

Fonte:Globo Esporte.com.br 19/8/2009