segunda-feira, 19 de abril de 2010

PL 5.186, de 2005

Projeto de Lei cria "Monitor de Esportes" tirando vagas de trabalho de professores de EF

http://g1.globo.com/Noticias/Politica/foto/0,,33484003-EX,00.jpg
A partir da promulgação do PL 5.186, de 2005, que tem como um dos seus autores o Ministro do Esporte Orlando Silva, será criada a profissão de “Monitor de Esportes”, permitindo a ex-atletas, de qualquer esporte, dirigir aulas de iniciação e treinamento desportivo de qualquer modalidade.
http://acordabrasil.files.wordpress.com/2007/08/esportes.jpg
O Projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados, em março deste ano e já foi encaminhado para o Senado.
http://www.consulex.com.br/gx/dialex/stf.jpg
Se aprovado pelo Senado o PL poderá interferir diretamente na atuação profissional de milhares de educadores físicos dedicados à iniciação e treinamento esportivo.

A questão é : Estudamos tanto para quê?

terça-feira, 13 de abril de 2010

SALTO TRIPLO

http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,14690576-EX,00.jpg
SALTO TRIPLO
Esse salto utiliza as mesmas regras do salto em distância, com exceção de que a tábua e a linha limite do salto ficam no mínimo a 11m da caixa de areia.
Para o salto é utilizado uma técnica onde o atleta deve cumprir três etapas sucessivas:
  1. um primeiro salto, antes da linha limite,
  2. para cair sobre o mesmo pé do impulso; um segundo salto, caindo sobre o outro pé;
  3. e finalmente o terceiro salto, que lhe permite cair com os dois pés na caixa de areia (deve executar este salto final com toda a força para projetar-se para a caixa de areia com a maior distância possível).

Regras:
http://n.i.uol.com.br/ultnot/album/070827_f_007.jpg

A ordem de saltos dos atletas é sorteada.

Assim como no salto em distância, o atleta faz 3 tentativas e lhe é computado o melhor dos três.

Quando houver mais de oito competidores, cada um terá direito a três tentativas e os oito competidores com os melhores resultados da prova terão direito a mais três tentativas, sendo que, no caso de empate em oitavo nos três primeiros saltos, todos os competidores terão também direito a mais três tentativas.
O primeiro salto deve ser dado de forma que o competidor corra com o mesmo pé com que foi dada a impulsão; no segundo, ele deve cair com o outro pé; a partir daí o salto é completado.

É considerado falho o salto em que o competidor, enquanto estiver saltando, tocar o solo com a perna "inativa".

Aplicam-se ao salto triplo todas as demais disposições sobre as faltas previstas para o salto em distância.
A pista deve ter uma largura mínima de 1,22m e seu comprimento é ilimitado, devendo ter, no mínimo 40m.

O máximo permitido para a inclinação lateral da pista é 1:100 e para inclinação global na direção da corrida é de 1:1000.
Na pista não podem ser colocadas marcas, mas ao lado de fora o competidor pode colocar marcas (fornecidas pelos organizadores).

Nenhuma marca pode ser colocada na caixa de areia.

Depois de iniciada a prova, os competidores não devem ter mais permissão para usar a pista para efetuar tentativas experimentais.

Componentes básicos:
Velocidade;
Potência;
Coordenação;
Equilíbrio;
Flexibilidade;

Condições básicas ao salto triplo:
Boa distribuição entre as distâncias dos saltos;
Obter uma relação ideal entre as velocidades horizontal e vertical de modo que se possa:

Obter uma trajetória do centro de gravidade tão longa quanto possível;
Obter a menor perda possível da velocidade horizontal;
Adaptar os ângulos resultantes de saída a cada salto suas características.

Regras:
O segundo salto deve ser dado com a mesma perna e o primeiro e o terceiro salto com a outra perna.
O pé inativo não poderá tocar o solo;
Não pode-se ao saltar cair fora da pista ou da caixa de areia;
Tábua: a 13 m da caixa de areia;
Conta-se como válido o toque mais próximo da tábua de impulsão.
http://www.piauihoje.com/fotos/NTC20080821124436.jpg
Corrida de Aproximação:
Objetivos: Adquirir velocidade horizontal; preparar para a primeira chamada com equilíbrio e coordenação.
Distância: +/- 30-40 metros ou 15 -20 passos (varia de acordo com o saltador vai adquirir velocidade)
Medida da tábua de impulsão: 13 m até a marca.

1.Salto (hop): chamada - vôo e queda
Efetuado com a perna mais forte (dois primeiros);
Tempo de contato com o solo menor que no salto em distância (menor diminuição velocidade horizontal);
Ângulo resultante de saída ligeiramente inferior ao S.D (14 à 16);
Grande importância do equilíbrio e a coordenação de movimentos, o que irá determinar os próximos saltos;
Menor rebaixamento do centro de gravidade;
Troca de pernas em fase de vôo (início de movimento de tesoura);
http://img.terra.com.br/i/2008/08/18/841655-9187-it2.jpg
2. Salto Step ou Parada:
É o menor dos três saltos devido a maior dificuldade de elevação;
Inicia-se contato da perna de impulsão tocando em cheio o solo (maior sua absorção de impacto);
Pequena flexão de perna de impulsão (maior tensão elástica);
Perna de impulsão sofe grande pressão (até 6 vezes o peso do atleta)- quanto maior o ângulo maior a pressão;
A chama é realizada com um movimento de "patada"onde o saltador faça um movimento brusco com a perna para trás e pra cima, tentando assim reduzir a perda de velocidade horizontal;
O ângulo resultante de sáida é menor que o salto da distância;
Fase de vôo, correção do equilíbrio através da rotação horizontal dos braços, colocando o Centro de Gravidade no lugar.

3. Salto Jump:
É aquele realizado com a perna de elevação (+ fraca);
Toque sobre a planta do pé (maior absorção de impacto);
Movimento de "patada"ativa na chamada pra reduzir a perda de velocidade horizontal;
Maior tempo de contato com o solo (19 a 25 c);
Fase vôo próximo do Salto em Distância, tendo como diferença apenas a velocidade horizontal menor, provocando uma menor fase de vôo. Para tal utiliza-se outro tipo de estilo o tipo peito e o carpado.
A correção do equilíbrio é feita através da rotação horizontal de braços, na fase de vôo.


Fontes:
Silva, N. Pitham, Atletismo, Cia Brasil Ed, SP
Watts, Denis, ABC do Atletismo, Ed. Presença Ltda, 1974, Lisbôa
Regras Oficiais de Atletismo - CBAT.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

"Ato médico" cria polêmica entre profissionais da saúde

http://2.bp.blogspot.com/_u9g43XPu8-Y/SesZNDFkFRI/AAAAAAAAGWo/v431lRA3D5U/s1600-R/magpnaabd.jpg
Médicos e outras categorias da área da saúde vêm travando uma queda-de-braço desde o último dia 21 de outubro, quando a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei conhecido por "ato médico" e que agora tramita no Senado.

Pelo projeto, apenas médicos estão autorizados a diagnosticar doenças e prescrever tratamentos. As outras 13 categorias da área da saúde, não.

Fisioterapeutas, biomédicos, enfermeiros e psicólogos, entre outros, afirmam que perderão sua autonomia de atuação caso o projeto seja aprovado e sancionado pelo presidente Lula. https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiYIOKs6-8kjCOawY-36WWq1wzIOwmsT8WApdy9W41-V_8JM8roIIfNsm-uaHCtspAUVBQJ2yq6YJ-6OPB_kbBjN9X5738HMrQNiB1pWGp78ZBKo8ovQGHHq1iy9VhMd6cMcHZIcG7SqXtr/s400/Diga+n%C3%A3o+ao+Ato+m%C3%A9dico,+protesto

A versão é rebatida pelo CFM (Conselho Federal de Medicina). O órgão alega que a lei preencherá uma lacuna ao regulamentar o exercício da medicina, definindo os atos privativos dos médicos e resguardando as competências específicas das 13 profissões.

No entanto, para Gil Almeida, presidente do Conselho de Fisioterapia do Estado de São Paulo e integrante do movimento "Ato Médico Não", esse "resguardo" é vago e vai gerar discussão na Justiça.

Ele afirma que a lei proposta engessará o desenvolvimento das profissões e poderá dificultar o acesso à saúde caso seja instituída uma triagem médica.

Pesquisadores da área da saúde pública entendem que é legítimo o projeto definir as competências exclusivas dos médicos, mas veem corporativismo. "Para os idosos, os doentes crônicos, é impossível a gente pensar em cuidado integral sem a colaboração de uma equipe multidisciplinar", diz Lígia Bahia, professora de saúde pública da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Na avaliação de Luís Eugênio Fernandes de Souza, professor do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia, as disputas são legítimas, mas o que está em jogo é uma reserva de mercado. Ele diz que não é interesse da sociedade nem viável economicamente a definição estrita de atribuições para cada profissão.

"Temos uma série de programas de saúde pública, como o da hanseníase, para os quais existem protocolos bem definidos em que outros profissionais da saúde podem fazer, inclusive, a prescrição de medicamentos. Se o projeto proíbe isso, vai criar um obstáculo. E os pacientes de cidades que não têm médico? Deixarão de ser atendidos?", questiona. http://profared.files.wordpress.com/2008/08/medico.jpg

Souza lembra que há uma má distribuição de médicos no país. "No interior da Bahia, tem prefeitura que precisa de médico, oferece salário de R$ 17 mil e não encontra profissional."

Na opinião do desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo Erickson Gavazza Marques, a prioridade deve ser sempre o atendimento à pessoa. "Nosso objetivo não é ser guardião de profissão nenhuma. Se o médico não é capaz de prestar determinado serviço, não há razão para que outros profissionais não possam prestar a assistência desde que isso esteja bem regulamentado."

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisrFunDpayYAe_fSCjUL3LiAkeFdsO2qIl-cy-7Eq3tVodfJeYJTGGATwriGkLazGevci1hreCv-qniwAA5oX_Z8bzmn0vItDXW8yU2odEJg2HI-6hb0QvFWy8Fs5fmg-t6vv-yxqjt5M/s320/esporte-3.jpg

Falsa polêmica

Segundo o presidente do CFM, Roberto d'Ávila, "no mundo todo", o que caracteriza a profissão médica é o diagnóstico e o tratamento de doenças. "É só isso que queremos garantir. Está no senso comum, na história da medicina. O resto é falsa polêmica. Não há nada de corporativismo."

Ele diz que em relação aos programas de saúde que envolvam doenças crônicas -em que enfermeiros prescrevem remédios, por exemplo-, nada vai mudar. "O paciente só precisa fazer o diagnóstico e receber a primeira receita do médico."

Ávila afirma que há gestores públicos que vêm delegando competências médicas a outros profissionais para baratear o custo da saúde. "Há equipes de saúde sem médicos, onde enfermeiros e outros profissionais estão fazendo diagnósticos, prescrevendo. Isso é inaceitável. Lutamos por equipes completas, multidisciplinares, onde cada um tenha sua função específica", diz ele.


Fonte:Folha do Estado de São Paulo 23/11/2009

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Entra em vigor a lei paulista de incentivo ao esporte

Decreto possibilita às empresas a obtenção de abatimentos no ICMS de até R$ 1 milhão para recursos destinados a projetos esportivos realizados no âmbito estadual
http://www.efuniube.com/site/images/variadas/discobolo.gif


Uma semana antes de deixar o cargo para concorrer à Presidência da República pelo PSDB, o governador do Estado de São Paulo, José Serra, sancionou a lei estadual de incentivo ao esporte.

O Decreto nº 55.636 possibilita às empresas a obtenção de abatimentos no ICMS de até R$ 1 milhão (limite de 60.901 Ufesps, que valem R$ 16,40 cada) para recursos destinados a projetos esportivos realizados no âmbito estadual.

http://imagem.vilamulher.com.br/temp/educacao-fisica-criancas-210108.jpg

O secretário de esportes do Estado, Claury Alves da Silva, um dos articuladores do projeto, afirma que o governo paulista prevê no orçamento de 2010 até R$ 60 milhões de renúncia fiscal, limitado a 3% do volume total devido por cada empresa.

Ele lembra que o apoio da Secretaria da Fazenda, cujo titular é Mauro Ricardo Costa, também foi importante para o avanço da nova lei. Silva afirma que o montante será incrementado todo ano, com expectativa de que chegue a R$ 500 milhões até 2016, ano em que o Rio de Janeiro receberá os Jogos Olímpicos.

O secretário explica ainda que a lei estadual foi criada a partir do artigo 16 da Lei no 13.918/2009, que autoriza o poder executivo a conceder crédito outorgado correspondente ao valor do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

Os projetos deverão obrigatoriamente ser credenciados e aprovados pela Secretaria Estadual de Esporte, Lazer e Turismo de São Paulo, a Selt.

A partir do próximo ano, no entanto, o percentual individual por empresa continuará sendo de 3% sobre o ICMS devido, mas a Secretaria de Esportes somente aprovará projetos até o limite de 0,2% da arrecadação do imposto do ano anterior.

http://www.brasilescola.com/upload/e/dia%20do%20professor%20de%20educ%20fisica.jpg

Longe das expectativas

José Estevão Cocco, que assumiu em janeiro a presidência da recém-criada Associação Brasileira das Agências de Marketing Esportivo, comemorou a aprovação, apesar de considerar a verba modesta para o primeiro ano.

Segundo ele, além de representar um grande apoio ao esporte paulista, a nova lei, por estar atrelada ao ICMS, abre uma ampla perspectiva de empresas beneficiadas.

"Praticamente todas as empresas estão sujeitas à tributação do ICMS. O percentual¬ de 3% sobre o imposto devido não distingue qualquer tipo de empresa", analisa Cocco, em um contraponto à legislação federal. Ele lembra que o universo de empresas aptas a destinar até 1% do imposto de renda devido, como reza a lei federal em vigor desde o início de 2007, é muito restrito pelo fato de apenas companhias com declaração de lucro real poderem participar. Na prática, diz Cocco, a empresa precisa pagar R$ 100 milhões em impostos para poder abater R$ 1 milhão. "Talvez por isso apenas 29,7% dos projetos foram aprovados", lamenta. A partir de 2011, o percentual será de 2%.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfUOeMz0KDqDJ1XkicUgrhhsKvlvvqIbtVoXHYLKfR2B_cFHjkn0FiwIuHRTX7sHjBA6g8kL1FJ15PiYvkd5SHEgGIWl6dQ7yAeNEu98nNIPj6_dJ5-meUz6wL_ySfWZrL8d7MMHpXTVjg/s400/corrida-de-rua.jpg

Segundo dados do Ministério dos Esportes, a lei federal de incentivo ao esporte disponibilizou em 2009 pouco mais de R$ 448 milhões, dos quais apenas R$ 106,53 milhões foram captados por 210 empresas.

Apesar da melhora em relação a 2008 e 2007 (ver quadro abaixo), a expectativa do mercado ainda está longe de ser atendida. Paulo Focaccia, advogado da Associação Brasileira de Marketing Promocional (Ampro), as limitações de estrutura e pessoal do ministério impedem uma atuação mais efetiva do órgão. "Falta pessoal para analisar e aprovar os projetos, o que atrasa todo o processo", critica.

Recursos captados pela lei federal de incentivo ao esporte

Ano

Valor disponível

Valor captado

Projetos aprovados

2007

R$ 64,18 milhões

R$ 50,92 milhões

17

2008

R$ 276,83 milhões

R$ 82,19 milhões

102

2009

R$ 448,23 milhões

R$ 106,53 milhões

210


Fonte:Meio e Mensagem Online 7/4/2010

terça-feira, 23 de março de 2010

Judô conquista 1ª ouro brasileiro nos Jogos Sul-Americanos

Brasil domina judô dos Jogos Sul-Americanos


Ketleyn Quadros em ação nos Jogos Sul-Americanos
Ketleyn Quadros em ação nos Jogos Sul-Americanos




O Brasil conquistou neste sábado duas medalhas de ouro, uma de prata e três de bronze no torneio de judô dos Jogos Sul-Americanos de Medellin.

Na categoria até 52 kg, Andressa Fernandes foi a campeã, do mesmo modo que Ketleyn Quadros, na categoria até 57 kg. Ainda no torneio feminino, Laisa Santana foi bronze na disputa de até 63 kg.

Entre os homens, Luis Revite foi prata na categoria até 66 kg, Bruno Mendonça ganhou bronze na até 73 kg e Rodrigo Luna também foi bronze, na categoria até 81 kg.

Resultados:

MASCULINO

-66 kg:

Ricardo Valderrama (Venezuela) - ouro

Luis Revite (Brasil) - prata

Flavio Verdugo (Equador) - bronze

Alejandro Zúñiga (Chile) - bronze

-73 kg:

Alejandro Clara (Argentina) - ouro

Pablo Azzi (Uruguai) - prata

Bruno Mendonca (Brasil) - bronze

Antonio Rivas (Venezuela) - bronze

-81 kg:

Germán Velazco (Peru) - ouro

Mervin Rodríguez (Venezuela) - prata

Enmanuel Lucenti (Argentina) - bronze

Rodrigo Luna (Brasil) - bronze

FEMININO

-52 kg:

Andressa Fernandes (Brasil) - ouro

Wisneybi Machado (Venezuela) - prata

Oritia González (Argentina) - bronze

Yulieth Sánchez (Colômbia) - bronze

-57 kg:

Ketleyn Quadros (Brasil) - ouro

Melissa Rodríguez (Argentina) - prata

Diana Villavicencio (Equador) - bronze

Yadinys Amaris (Colômbia) - bronze

-63 kg:

Diana Velazco (Colômbia) - ouro

Mariana López (Argentina) - prata

Laisa Santana (Brasil) - bronze

Ysis Barreto (Venezuela) - bronze

http://godknowswhat.files.wordpress.com/2009/04/judo.jpg


Regras do Judô

REGRAS 1

O grande objetivo é marcar um ippon, o golpe perfeito que leva o adversário a cair com as costas no tatame ou quando é imobilizado por 30 segundos, ganhando dois waza-ari, que determinam meio ponto.

Não são permitidos chutes ou socos.

Um waza-ari pode ser ganho quando o oponente cai apenas com uma parte das costas no chão, quando um lutador imobiliza o oponente por 25 segundos ou quando o oponente é punido (keikoku).

Se o tempo acabar sem que um dos atletas tenha conseguido o ippon, então o árbitro concede a vitória ao lutador que acumulou mais pontos.

REGRAS 2

Regras do Judô

REGRAS 3

Regras do Judô

REGRAS 4

Regras do Judô

REGRAS 5

Regras do Judô




Ao contrário do caratê e do taekwondo, no judô não são permitidos chutes ou socos. Caracterizado como uma arte de defesa pessoal, os judocas fazem uso da força do oponente em seu benefício. O corpo do atleta funciona como uma gangorra, controlando a seu favor a força imprimida pelo rival.Durante um combate, o judoca jamais pode ser atendido por um médico, com exceção dos casos em que há sangramento, em que o atleta é tratado apenas para estancar o ferimento. Caso se machuque, terá que optar: ou é atendido e desiste da luta, ou continua o combate mesmo machucado.

Além do juiz principal, as lutas contam com dois árbitros de cadeira. Os juízes auxiliares podem interromper a luta para se dirigirem ao árbitro de centro, que também pode parar o combate para pedir opiniões de seus auxiliares. Em geral, estas reuniões acontecem quando existe dúvida com relação a uma penalidade ou a uma pontuação.

Os combates são disputados sobre um tatame, em uma área quadrada de 14 por 14 metros. Além da área de luta, formada por uma área quadrada de oito metros, há uma área de proteção e uma outra de segurança. O piso onde ocorrem as lutas é geralmente de fibra vegetal.

Antigamente, todos os judocas competiam de branco. Entretanto, no fim da década de 90, para atender aos interesses das TVs, um dos judocas veste o branco. O outro, se apresenta de azul. Durante o sorteio das chaves é determinado qual lutador terá que usar a roupa branca e qual usará a azul.

Os combates masculinos têm duração máxima de cinco minutos. Já os femininos, quatro minutos. Toda vez que o árbitro interrompe a luta, o cronômetro é parado. Antes do início da luta, os judocas devem se posicionar sobre a área de segurança. Ao sinal do árbitro principal, entram na área de combate, ficando a cerca de três metros um do outro. Após cumprimentar o árbitro principal, os lutadores devem se cumprimentar e aguardar a ordem do juiz central para iniciar o combate.

Se após o tempo regulamentar nenhum dos dois judocas marcar pontos, a decisão do vencedor se dará por meio das bandeiras. Tanto o árbitro principal como os juizes de cadeira possuem duas bandeiras, uma branca e uma vermelha, que correspondem à faixa adicional que cada judoca recebeu momentos antes do combate. Ao sinal do árbitro principal, os três erguem, ao mesmo tempo, a bandeira que corresponda ao lutador que, na opinião dos juízes, venceu o combate.

O objetivo é conseguir 1 ponto (ippon) por meio de um destes três golpes: derrubar o adversário, provocando sua queda de costas no chão; imobilizá-lo por 30 segundos, por estrangulamento, levando-o à desistência ou à perda dos sentidos; e chave-de-braço, em que um atleta torce o braço do outro. Quando o golpe é quase perfeito - o adversário fica imobilizado por mais de 25 segundos ou cai no tatame, mas não com os dois ombros -, o juiz anuncia um waza-ari, ou vantagem. Dois waza-ari correspondem a um ippon, o ponto que dá a vitória ao lutador.

Há dois outros tipos de vantagem. O yuko corresponde à imobilização do adversário por até 24 segundos. Se durar entre 10 e 19 segundos, o juiz anuncia koka; essa vantagem também acontece quando o atleta é agarrado pelos quadris e vai ao solo. Se nenhum dos lutadores conseguir o ippon, vence quem tiver mais vantagens. É proibido enrolar a perna na do adversário e dar golpes no rosto ou que causem lesão ao pescoço ou às vértebras do concorrente. A reincidência pode levar à desclassificação do lutador.

No judô, um yuko vale mais do que dez kokas. Um waza-ari vale mais do que 15 yukos e assim por diante. Uma pontuação mais alta só é superada por outra ainda mais alta, não havendo a possibilidade de uma combinação de golpes mais baixos alcançar a pontuação superior.

As penalidades no judô geralmente são aplicadas quando o juiz percebe que falta combatividade a um ou aos dois lutadores. Além disso, fugas para a área de segurança ou de proteção também são punidas, o mesmo ocorrendo quando um lutador segura a faixa do oponente.

As penalidades são assim definidas: shido é a primeira punição e equivale a um koka para o oponente. Em seguida ocorre o chui, que significa um yuko para o rival. O keikoku equivale a um waza-ari, e o hansoku make é a desclassificação do lutador. O juiz não precisa seguir necessariamente esta ordem. Ele pode aplicar diretamente o keikoku sem ter punido o lutador com um shido ou um chui. Tudo depende da avaliação do árbitro principal e dos juízes de cadeira.

A luta no solo é liberada, desde que o juiz não veja nesta modalidade um espaço para um judoca "amarrar" a luta. Toda vez que o juiz quer parar a luta, porque não há ataque no solo ou em pé, ele fala a palavra matê. Os lutadores param o combate e voltam ao lugar onde iniciaram a luta.

Durante a imobilização no solo, o judoca imobilizado tem 30 segundos para escapar do rival. Caso trance as pernas no quadril do imobilizador, ou em uma das pernas deste, a contagem pára imediatamente. Ainda no solo, o judoca pode estrangular ou aplicar uma chave-de-braço em seu oponente, cabendo a este tentar se livrar do golpe ou desistir, batendo a mão três vezes no tatame.

Fonte: CBJ/ esporte.uol.com.br / www.terra.com.br

PÓLO AQUÁTICO


Em jogo emocionante, a seleção masculina de polo aquático empatou com a Colômbia em 12 a 12, nos Jogos Sul-Americanos de Medellín, nesta segunda-feira. O Brasil lutará pelo primeiro lugar da fase inicial na partida contra a Argentina.
Satiro Sodre/CBDA
Felipe Silva tenta desarmar o adversário
- Nós estamos com alguns jogadores jovens e leves, enquanto a Colômbia tem jogadores pesados e que jogam forte, mas foi bom o empate, pois só dependemos de nós – concluiu Bruno Nolasco, que sofreu com a forte marcação colombiana, saindo do jogo machucado no rosto.

PÓLO AQUÁTICO - REGRAS BÁSICAS
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Jogo - Uma partida tem 4 períodos de 7 minutos cada. Em qualquer paralisação, o cronômetro será parado, a exemplo do basquete. Cada equipe tem 35 segundos de posse de bola a cada ataque. Haverá um intervalo de 2 minutos entre os períodos (na Liga Mundial, 3 minutos).

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Obs: A Liga Mundial está utilizando regras próprias, com cada período tendo 9 minutos de duração. E o intervalo do 2º para o 3º período, que caracteriza a metade do jogo, tendo um espaço de tempo maior - 10 minutos - para ser utilizado em atrações para o público, como por exemplo, uma exibição de nado sincronizado ou saltos ornamentais.

Pontuação na Liga Mundial - Vitórias valem 3 pontos e derrotas, 1. Se houver empate, a partida será decidida na disputa de penaltis (5 para cada equipe) e penaltis alternados caso a igualdade permaneça.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxVqv9xtXU1b90W26LecgN9tZceca0DW3GWIoivRhJvqiQwdKxwRtZmfkxdkMvh7So8Kr4wYFhTL25rXf5lruzlD6_NaGE3-hOH1Znixrbtmon2gEkhfBwjvJVpvfrQknRSGnSLoPq1FWO/s400/P%C3%B3lo+Aqu%C3%A1tico.jpg

Times - Cada equipe terá 7 jogadores, um dos quais será o goleiro que deverá utilizar touca vermelha. No máximo haverá 6 jogadores no banco por equipe, totalizando 13 atletas aptos a jogar por cada agremiação. Os jogadores têm que estar com uma touca numerada na cabeça, sendo a do goleiro a de nº 1. As outras estarão numeradas de 2 a 13. Cada time tem direito a 2 pedidos de tempo por jogo - sempre quando tiver posse de bola - e + 1 se houver prorrogação.

Oficiais - Cada partida terá 2 árbitros, 2 juízes de gol (bandeirinhas), cada qual com uma bandeira branca e outra vermelha; e ainda 2 cronometristas e 2 secretários da partida que ficam na mesa de controle para marcar tempo de jogo; de posse de bola de cada equipe; tempo de exclusão temporária de jogadores; sinalização por apito do fim de cada período; registros da partida como os autores dos gols, etc.

Obs: A sinalização por apito do fim do período pelo cronometrista será válida de imediato, com exceção na marcação simultânea de um pênalti pelo árbitro do jogo, onde o tiro terá que ser cobrado, ou no caso da bola estar em vôo e cruzar a linha de gol, o que validará o gol.

Piscina - Um jogo de pólo aquático pode ser disputado num campo de comprimento de 20 a 30 metros e de largura de 10 a 20 metros. A profundidade mínima é de 1,80m, mas o recomendável são 2 metros. Em partida da FINA (Federação Internacional de Natação), caso da Liga Mundial, o campo sempre terá a medida máxima (30m x 20m x 2m). As balizas tem 3 metros entre uma trave e outra com 90cm de altura da borda inferior da trave à linha da água.

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http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/natacao/imagens/natacao-1.jpg
Federações e Confederações

- A Fina (Federação Internacional de Natação) é o organismo internacional responsável pela organização de eventos e campeonatos de pólo aquático em nível mundial. No Brasil, a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) realiza campeonatos e organiza o esporte.

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Campeonatos

A competição de pólo aquático mais importante é a Liga Mundial. O Campeonato Mundial, outra competição importante do calendário deste esporte, é realizado a cada dois anos. A Fina também realiza, a cada 4 anos, a Copa do Mundo de Pólo Aquático. O pólo aquático também faz parte do quadro de esportes dos Jogos Olímpicos.

Potências do Pólo Aquático

Em 2007, a Liga Mundial foi vencida pela equipe da Sérvia (masculino) e Estados Unidos (feminino). O campeonato mundial disputado na Austrália, também em 2007, foi vencido pela Croácia (masculino) e Estados Unidos (feminino).

quinta-feira, 18 de março de 2010

A História do Atletismo


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Definição

O atletismo é um conjunto de atividades esportivas (corrida, saltos e arremessos), que tem a origem nas primeiras Olimpíadas realizadas na Grécia Antiga.

No s primeiros Jogos Olímpicos, realizados em 776 a.C, eram realizadas provas de corridas e arremessos de peso.Grande parte das provas de atletismo é realizada em estádios fechados.

Nestes estádios, existem as demarcações específicas para cada prova e também os equipamentos como, por exemplo, no salto com varas. Algumas competições como, por exemplo a maratona, são realizadas em vias públicas.

As principais modalidades do atletismo são:

Corrida de pista

É a mais tradicional competição do atletismo e envolve várias provas.
- Corridas disputadas em pistas ovais (cada atleta corre numa faixa): 100 metros rasos, 200 metros rasos e 400 metros rasos,
- Corridas de Meio Fundo (os atletas não precisam ficar na raia): 800 metros e 1.500 metros.
- Corridas de Fundo (dentro da pista): 5.000 metros e 10.000 metros.
- Maratona (disputada nas ruas): percurso de 42,19 km.
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Corridas com obstáculos

São realizadas dentro dos estádios e se dividem em quatro modalidades: 100 metros (feminino), 110 metros (masculino), 400 metros (masculino e feminino) e 3.000 metros (feminino e masculino).

Revezamento

As provas de revezamento são disputadas por grupos compostos por quatro atletas cada. Cada atleta corre um quarto da pista e passa um bastão para o atleta seguinte de sua equipe.
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Saltos

- Salto em distância: o atleta corre numa pista, de no mínimo 40 metros, e deve efetuar o salto antes de uma tábua de 20 cm de largura. Ao cair na areia é feita a medição da distância obtida. Vence o atleta que conseguir o salto com maior distância.
- Salto em altura: nesta competição o atleta deve percorrer uma pista (mínimo de 20 metros) e com uma vara saltar por cima do sarrafo (barra horizontal). O atleta pode tocar o sarrafo, porém o mesmo não pode cair. A altura vai aumentando a cada salto positivo. Vence o atleta que conseguir saltar maior altura sem derrubar o sarrafo.
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Arremessos e Lançamentos

Existem quatro modalidades nesta categoria: arremesso de peso, lançamento de dardo, de marte e de disco. Em todas elas, vence o atleta que conseguir arremessar o objeto a uma distância maior.
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Decatlo

Praticada por homens, numa mesma prova são envolvidas dez modalidades do atletismo. As modalidades do decatlo são: corrida (100 metros), salto em distância, salto em altura, lançamento de peso, 400 metros, 110 metros com barreira, lançamento de disco, lançamento de dardo, salto com vara e corrida de 1500 metros. Vence o atleta que conseguir maior pontuação no geral das provas.

Heptatlo

Prova combinada somente para mulheres. Envolve sete modalidades do atletismo: 100 metros com barreira, lançamento de peso, lançamento de dardo, salto em altura, salto em distância, corrida de 200 metros e 800 metros. Vence a atleta que conseguir maior quantidade de pontos no geral.
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Federações e Confederações

- As competições, regras e atividades internacionais de atletismo são organizadas pela IAAF (Associação Internacional de Federações de Atletismo).
- No Brasil, as competições de atletismo são organizadas pela CBAt.

fonte :www.cbat.org.br/